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O vasto mundo de pokemon é cercado de mistérios e histórias macabras. Ash em coma, jogos malignos e pokemons misteriosos são apenas alguns deles. Mas poucos mistérios são tão intrigantes quanto o da misteriosa música "hypno's lullaby". Para entendermos a música, precisamos primeiro entender quem é hypno.
Hypno é um misterioso pokemon psíquico que carrega um dispositivo pendular, ele é a evolução do pokemon drownzee e possui a habilidade de hipnose.

Música do Hypno




Letra da canção (inglês)

Come little children, come with me
Safe and happy you will be
Away from your homes, now let us run
With Hypno, you'll have so much fun

Oh, little children, please don't cry
Hypno wouldn't hurt a fly
Be free, be free be free to play
Come down in my cave with me to stay

Oh, little children, please don't squirm
Those ropes, I know, will hold you firm
Hypno tells you this is true
But sadly, Hypno lied to you

Oh, little children, you mustn't leave
Your families for you will grieve
Their minds will unravel at the seams
Allowing me to haunt their dreams

But surely, all of you must know
That it is time for you to go
Oh, little children, you weren't clever
Now you shall stay with me forever


Tradução da canção

Venham criancinhas, venham comigo
Salvas e felizes vocês vão ser
Longe de suas casas, vamos correr
Com Hypno, vocês terão muita diversão

Oh, criancinhas, por favor não chorem
Hypno não faria mal a uma mosca
Sejam livres, sejam livre para brincar
Venham para a minha caverna ficar

Oh, criancinhas, por favor não fujam
Essas cordas, eu sei, irão lhes segurar firme
Hypno diz que isso é verdade
Mas infelizmente, Hypno estava mentindo

Oh, criancinhas, vocês não podem fugir
Suas famílias por vocês sofrerão
Suas mentes irei descosturar
Para assim, eu poder lhes assombrar

Mas certamente, tudo que vocês precisam saber
Já é a hora de vocês partirem
Oh, criancinhas, vocês não foram inteligentes
Agora vocês devem ficar comigo para sempre!



Além da música, existe essa creepypasta:

"Hypno no pokemon FireRed (# 97 na pokedex). Entrada "ele carrega um dispositivo pendular. Houve uma vez um incidente em que ele levou uma criança que hipnotizou".

 Eu não esperava encontrar isso quando eu joguei o jogo pokemon FireRed que encontrei na internet.
eu estava animado porque tinha perdido minha versão mais antiga do FireRed. Comecei o jogo com o nome usei anteriormente em outros jogos, "Cassie". Primeiro escolhi meu bulbassauro e continuei com ele ao longo do jogo, como faria normalmente
.
Eu não sabia o que esperar enquanto estava duelando para chegar á elite four.
Eu encontrei uma caverna escondida em um dos lados da montanha. Eu não me lembrava que ela existia na versão que eu havia jogado antes.Eu então abri o guia do jogo para ver se ela estava no mapa e não a encontrei. Eu logo pensei que era uma versão hackeada do FireRed.
Fiquei animado por poder explorar um novo local e rapidamente cortei as árvores que estavam em frente para poder explorar a caverna.
O nome da gruta era "caverna lullaby" e tinha uma música estranha tocando, uma música que eu havia ouvido antes, na cidade de lavender town. A música tocava apenas na caverna e isso era deveras assustador, mas eu ainda assim arrisquei entrar mais na caverna.

 Eu estava animado, mas também estava com medo, com o que poderia encontrar. Após passar por duas portas, encontrei um pokemon, mas parecia que o jogo havia travado, pois eu não podia me mover para falar com ele, mas ele andou para mais fundo na caverna.

Quanto mais me aventurava na caverna, mais assustador ficava. A próxima parte da caverna parecia por um nevoeiro e a música parecia ter ficado distorcida, como se fosse um lamento.
Fiquei completamente chocado com o que vi no fim da caverna.

Havia uma pessoinha deitada na frente do pokemon, ela parecia estar amarrada.O pokemon então começou à vir na minha direção e eu não podia recuar. A cena de batalha começou em seguida, e antes de eu poder chamar qualquer pokemon, hypno usou sua hipnose em meu personagem.

Depois que dormi a cena de batalha terminou e hypno estava em pé na frente de meu corpo. Eu apertei todos os botões para ver se acordava meu personagem, mas nada parecia funcionar. Ele começou a arrastar meu personagem até junto à menina que estava amarrada e amarrou meu personagem também.

Ele ficou me observando dormindo por alguns segundos e em seguida a tela ficou negra.

Alguns minutos depois aparece a seguinte frase na tela:

"Algumas horas mais tarde..."

A caverna está mais escura do que antes e hypno está segurando algo. Então percebo que é o pêndulo, que ele começa a balançar. O lugar ficou com uma névoa vermelha e os olhos de hypno também estão vermelhos.

Na caixa do diálogo aparece a frase:

"Hypno está causando pesadelos"

Então, um som agudo veio dos auto falantes e tive que abaixar o volume. Parecia que os corpos da menina e do meu personagem estavam começando a sangrar. Então uma linha vermelha desceu de suas bocas e eles ficaram envoltos em poças de sangue.

Hypno está lá e parece começar a rir, a tela começa a se dissolver em preto, e na caixa de diálogo pode-se ler:

"O menino não foi esperto, agora ficará comigo para sempre."

O jogo reinicia em seguida e volta à tela de abertura, mas não há a opção de continuar o jogo.

Hypno é um pokemon psíquico com um passado obscuro. Ele era meu favorito até isso acontecer.

Espero que algum dia... eu pare de acordar assustado com queimaduras em meu corpo e marcas de corda em meus pulsos."

Além disso, numa viagem às ilhas de pokemon FireRed, o jogador se depara com um mistério: uma menina havia sido sequestrada e ninguém sabia com quem e aonde ela estava. O jogador encontra a menina assustada num bosque, e ela lhe diz: "ele vai chegar, ele está aqui, ele já está entre nós". E em seguida hypno aparecia em batalha contra o personagem.

Ele também aparece no episódo 27 da primeira temporada do anime. Onde Ash, Brock e Misty param numa cidade em que crianças estão desaparecendo misteriosamente e pokémons estão agindo de forma estranha, e as ondas de sono emitidas por hypno podem ser a a solução do mistério.


O "Jogo da Meia-Noite" é um antigo ritual pagão, usado principalmente como punição a prostituição

Embora tenha sido usado principalmente como uma tática para as pessoas não desobedecerem os deuses, ainda há uma chance muito grande de morte para aqueles que jogam o jogo da meia-noite. Há uma chance maior de danos mentais permanentes. É altamente recomendado que você NÃO JOGUE O JOGO DA MEIA-NOITE.

No entanto, para aqueles que gostam de adrenalina e aqueles que querem se aprofundar em rituais de ocultismo obscuros, estas são instruções simples sobre como jogar. Jogue-o em seu próprio risco ...

PRE-REQUISITOS: Deve ser exatamente 0:00 quando você começar a executar o ritual. Caso contrário, não vai funcionar.

MATERIAIS: Você vai precisar de uma vela, um pedaço de papel, um instrumento de escrita, fósforos ou um isqueiro, sal, uma porta de madeira, e pelo menos uma gota de seu próprio sangue. Se você está jogando com várias pessoas, eles precisam de seu próprios materiais e eles terão que realizar os passos abaixo de acordo.

ETAPA 1: Escreva seu nome completo (primeiro, meio e último) no pedaço de papel. Coloque , pelo menos, uma gota de sangue em papel. Deixe o papel de molho.

PASSO 2: Desligue todas as luzes do lugar que você está fazendo o ritual. Vá para a sua porta de madeira, e coloque o papel com o seu nome na frente da porta. Agora, acenda sua vela. Coloque-a em cima do papel.

PASSO 3: Bata na porta 22 vezes. A hora deve ser 0:00 quando terminar. Em seguida, abra a porta, apague a vela, e feche a porta. Você agora permitiu que o "Homem da Meia-Noite" entre na sua casa.

PASSO 4: Imediatamente reacenda sua vela.

Agora e quando o jogo deve se iniciar. Voce agora deve andar em torno de sua casa agora completamente escura, com a vela acesa na mão. Seu objetivo é evitar o Homem da Meia Noite a todo custo, até 03h33. Caso sua vela se apagar, o Homem da Meia-Noite está perto de você. Você deve reacender sua vela nos próximos dez segundos.

Se você não for bem sucedido em fazer isso, você deve cercar-se em um círculo de sal. Se você é não conseguir fazer ambas as ações, o Homem da Meia-Noite vai criar uma alucinação de seu maior medo, e vai arrancar seus órgãos um a um. Você vai sentir, mas você não será capaz de reagir.

Se você for bem sucedido na criação do círculo de sal, você deve permanecer lá até 03h33.

Se você for bem sucedido em reacender a sua vela, você pode prosseguir com o jogo. Você deve continuar até 03h33, sem ser atacado pelo Homem da Meia-Noite, ou ser preso dentro do círculo de sal, para ganhar o jogo da meia-noite. O Homem da Meia-Noite vai deixar sua casa as 03h33, e você estará seguro para prosseguir com a sua vida.

Indicações que você está perto do Homem da Meia-Noite incluem queda súbita de temperatura, ver um preto puro, uma figura humanoide através da escuridão, e ouvir um suave sussurro vindo de uma fonte indiscernível. Se você sentir qualquer um destes, é aconselhável que você deixe a área para evitar o Homem da Meia-Noite.

NÃO ligue qualquer das luzes durante o jogo da meia-noite.

NÃO use uma lanterna durante o jogo da meia-noite.

NÃO pare para dormir durante o jogo da meia-noite.

NÃO tente usar o sangue de outra pessoa em seu nome.

NÃO use um isqueiro como um substituto para uma vela. Não vai funcionar.

E definitivamente não tente provocar o Homem da Meia-Noite de qualquer forma.

Mesmo quando o jogo acabar, ele vai estar sempre observando você ...

Boa sorte, você vai precisar.



Não descarte esta história como se fosse trabalho de algum lunático delirante. Há algum sentido, apenas continue lendo...

Olhe, todos nos perguntamos se é possível viajar no tempo, não é? Bom, deixe-me contar um segredo. Na verdade, eu sou do futuro. Sério. Sei que você provavelmente não está acreditando, mas eu sou realmente do futuro. Se você pensar bem, isso é algo grandioso: conseguir ver eventos passados, assistir acontecimentos não revelados, coisas assim. Nós saberíamos mais agora, do que jamais seremos capazes de saber.

Atrás de toda essa diversão, há um aspecto muito sério. Nós não devemos visitar nossa própria vida, nem NUNCA interagir com nossos "eu" passados. Deixe-me contá-lo, eu estou quebrando uma regra neste exato momento. Sim amigo, você está falando consigo mesmo. Seu ego futuro. Eu serei executado por isso, você sabia? Eu aceitei. Por falar com você eu estou prevenindo algo PIOR que a morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, porque os filtros podem me pegar. Só posso dizer que isso está mais próximo do que você imagina.

De uma forma ou de outra, eu posso enviar uma pequena mensagem, confie em mim. Sutil o suficiente para passar despercebida pelos detectores.

Você deveria ler a primeira palavra de cada parágrafo, agora.



Nós todos sabemos o que é um porão assustador. Nós todos sabemos o tipo de sentimento que nos alcança quando desligamos as luzes antes de correr pela escada, rezando para que nada agarre nosso tornozelo até que nós alcancemos o último degrau.

Quando criança é normal ter medo de lugares escuros da sua casa, aquele lugar mais “gelado” e escondido onde ficam guardadas as decorações de natal durante todo o ano. Acho que “horripilante” não descreve... Palavras como “perturbador” e “bizarro” são mais adequadas.

No entanto, para mim, havia um local mais assustador do que todos os outros: nosso mais novo banheiro – se localizando no porão – que a meu ver guardava apenas pedaços de parede arrancados, um odor de sujeira que parecia se agarrar a qualquer pessoa que entrasse lá e aranhas do tamanho de ratos em cada canto, e às vezes, se enfiando nas suas meias.

Eu tinha que descer uma escada que rangia demais, coberta com um carpete que não seria visto em toda extensão, já que a maioria dela não era alcançada pela luz, até chegar ao banheiro. Lá, eu tomaria banho todas às manhãs; lá, eu me protegeria com a porta fechada, o único resquício do banheiro antigo que ainda estava lá.

Naturalmente, a porta seria a última parte a ser substituída... A parte do banheiro que não era como as outras, e teria que ser substituída – meus pais disseram que “seria apenas por um dia” – o que significava uma noite, uma manhã e um banho onde eu não teria a porta para me proteger. Ela seria retirada e eu teria que esperar até que uma nova porta chegasse.

Eu não perderia esse dia... Só de pensar nele me faz querer dormir mais cedo, ou talvez nem dormir.

Eu abri o chuveiro, permitindo que o primeiro jato de água gelada saísse e alguns segundos depois, apenas água quente e relaxante saia dali. O chuveiro é igual todos os outros – era o que eu dizia para mim mesmo – entrando no Box e o fechando em seguida.

Observei os objetos que agora descansam do outro lado do vidro, completamente distorcidos, e sem a porta do banheiro no devido lugar, consigo quase que nitidamente ver a lavanderia. Eu me movo, ainda observando as coisas pelo vidro e tudo que pareço enxergar são criaturas pequenas contorcendo-se umas com as outras, sabendo que aquela era a hora de atacar.

Existe um tipo específico de sentimento que parece tomar todo o corpo de uma determinada pessoa assim que uma presença distinta é notada; você tenta não chamar atenção, como ficar congelado em uma determinada posição, mas o “gelo” parece querer quebrar, então você tenta não se mover, tenta não respirar.

Eu estava assim naquele momento.

Eu entro de forma determinada embaixo do chuveiro, me arrepio enquanto meu corpo se mantém quente na água e estremeço quando percebo o quão gelado meus dedos do pé estavam.

Derramo um pouco de Shampoo em uma das mãos e o aplico no meu cabelo, rapidamente me enfiando embaixo do chuveiro novamente e abrindo meus olhos o mais rápido possível, só para ter certeza de que as coisas do outro lado do vidro ainda são as mesmas... Mas fechar os olhos é inevitável, e eu repito a ação, ainda lavando meu cabelo furiosamente para poder abri-los novamente.

Com apenas quatro sentidos trabalhando, eu começo a entrar em pânico, e é nesse momento que a água – que até aquele momento estava deliciosamente quente – fica gelada. Afasto-me rapidamente da mesma, e minha boca se abre automaticamente enquanto eu solto um pequeno suspiro. Viro-me de novo, colocando uma das mãos embaixo d’água e esperando que ela voltasse à temperatura normal.

Ainda estou esperando, e ainda está gelada.

Eu até teria desligado o chuveiro e ligado novamente, ou esperaria mais um pouco para ser recompensado com um jato de água quente.

Isso teria acontecido se já não houvesse uma mão no puxador.

Abri meus olhos imediatamente enquanto parecia que cada músculo do meu corpo tentava atravessar minha pele, logo depois veio o ardor e tão de repente quanto ele, raios de luz pareciam alcançar meus olhos e meu rosto. Eu precisava abrir os olhos, mas não conseguia.

Existe um tipo específico de sentimento que te atinge quando você percebe que está em perigo, mas não pode usar seus sentidos.

Parece com o sentimento que te acompanha quando você acorda no meio da noite depois de ouvir um barulho e não consegue achar o interruptor da lâmpada no escuro; você se arrasta pra fora da cama e caminha nas pontas dos dedos em total escuridão, acender a luz é seu único pensamento, mas por algum motivo o interruptor parece te enganar... Sua mão procura freneticamente nas paredes, seu coração bate tão forte que parece te ensurdecer enquanto você caminha pelo lugar em círculos.

Atualmente, esse sou eu.

Isso tudo é demais pra minha mente, estou tremendo enquanto me encolho no chão do banheiro, aquela sensação... Como se aranhas caminhassem em toda extensão do meu corpo enquanto eu espero que alguém toque minha pele molhada. Meus olhos ainda queimam e eu tento pegar um pouco de água gelada que ainda saia do chuveiro, jogando-as em meus olhos, tentando abri-los ao mesmo tempo. Pisco algumas vezes com meu rosto virado para baixo e tento capturar toda coragem possível para fixar meus olhos no puxador, e enquanto a água gelada ainda me atingia percebi que a mão não estava mais ali.

Era como se a vida houvesse retornado ao meu corpo.

Eu estava quase convencido de que havia imaginado tudo, eu teria levantado e terminado meu banho no – agora – jato de água quente que saia dali e com todos os meus sentidos funcionando.

Isso teria acontecido se um vento frio não houvesse entrado no Box e alcançado minha pele, fazendo com que um frio imenso percorresse toda minha espinha e meus braços.

Eu teria me convencido de que havia imaginado tudo se aquela coisa tivesse se lembrado de fechar a porta do Box. 

Fonte: The Company


Desde pequeno quis viajar para Chernobyl desde que eu soube do desastre que houve lá. Resolvi chamar uns amigos e ir, e enquanto visitava um hospital eu encontrei algumas folhas de papel em forma de diário escritas em caneta, que dizia: 

DIA 1: Eu e meus amigos viemos para Chernobyl, cara é muito legal... Eu adoro escrever no meu diário e espero que algum dia alguém o leia, de preferência depois que eu morrer! Eu não acho seguro mas acho que vou dormir no carro enquanto meus amigos vão dar um passeio pelos mercados e apartamentos. Hoje é dia 15/04/2000

DIA 2: Meus amigos não voltaram, estou ficando cada vez mais nervoso com isso. Eles marcaram voltar as 19:00! Estou com muito medo de sair pra fora do carro... Hoje é dia 16/04/2000

DIA 3: ...

DIA 4: O carro não funciona. Não da pra imaginar como eu sobrevivi apenas comendo chocolate e tomando refrigerante que meus amigos compraram para a viagem... Tenho comida para mais 3 dias! Hoje é dia 18/04/2000

DIA 5: Finalmente resolvi sair do carro, fui lá fora investigar e vi uma criança com muito sangue nas pernas. Vi também seus braços deformados, gordos, inchados não sei! Era assustador!

DIA 6: Acho que não vou sobreviver aqui por muito tempo! Espero que alguém leia isso. Por favor, diga a minha família que eu os amo!

DIA 7: Estou com tanto medo, daria tudo para sair daqui.

DIA 8: Meus amigos estão todos mortos. Andando por um hospital e vi eles sem cabeça! Não sei quem fez isso mas vai pagar caro!

DIA 9: Estou dentro desse hospital, me da nojo! Estou comendo minha última barra de chocolate. Pra minha sorte eu voltei no carro e achei dois pacotes de Ruffles e uma garrafa de água com gás.

DIA 10: Eu escuto gritos toda noite, hoje fui investigar e vi aquela menina novamente quando eu toquei nela ela logo disse ' Sua hora vai chegar, assim como todos nós, todos nós! '

DIA 11: Querido diário! Eu estou com muita saudade da minha família, estou com medo, com fome, com sede. Acho que é minha hora!

DIA 12: Borboletas são lindas...


Folheando o diário e encontrei essa frase:
Здравствуйте, якщо ви читаєте це, тому що ви ніколи по-справжньому пощастило, більшість ніколи не повертатися сюди! Не для утримання тут, якщо ти помреш! І я буду чекати тебе в пекло, і я буду грати з вами теж ...Eu voltei para o Brasil e procurei um tradutor e ele impressionado traduziu para mim a seguinte frase: 

Olá,se você esta lendo isso é porque tens muita sorte nunca, mais nunca mais volte aqui! Não é para exploração, se voltar aqui você morre! E eu encontrarei você no inferno e irei brincar muito com você...

Eu apenas dou uma dica! NUNCA VÃO PARA CHERNOBYL OU CIDADES QUE VOCÊ NÃO CONHECE! NÃO BRINQUE COM ESPÍRITOS OU CIDADES ABANDONADAS... Meu sobrinho foi para lá e desde então não voltou mais!


O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer.
Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha.
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
"Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!" Sally olhou para sua boneca e sorriu.
"Ok mamãe!"
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
"Obrigada mamãe".
"Você é bem-vinda, querida." Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. "Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo." Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.

"Mmg! Jommy Munle?" Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.

"Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!" Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
"A Sarah e Jennie virão também?" Sua mãe olhou-se no pensamento.
"Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!" Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
"Tio Johnny!" Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
"Heyy Sal! Como tens passado?" Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
"Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!"
"Parece uma ótima ideia." Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. "Marie! Estou aqui!" Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
"Mama! Ele está aqui!" A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
"Johnny, você chegou aqui são e salvo." O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
"É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?" Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
"Certifique-se de vir antes de escuro!"
"Sim, senhora!" E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
"É bom te ver homem, como tem passado?" Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
"Eu e Karen nos separamos."
"Ah, isso é terrível, me desculpe .." Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
"Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo." Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. "Mmm Marie, isso é maravilhoso."
"Obrigada, estou feliz que você tenha gostado."
"Mhm! É gostoso." Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
"Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!" Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
"Vou levá-la para a cama." Ele sorriu, ganhando um em troca.
"Tudo bem, obrigada John." O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.

"Você precisa de ajuda?" Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. "Ok, vamos ver o que você tem." O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. "Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.". Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. "Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui." Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. "Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso." Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
"Eu posso me vestir tio." Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.

"Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?" Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. "Tudo pronto!" Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
"Você está pronta para a cama?" Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
"Vou guardá-la, tudo bem?" Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
"Claro que não." Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. "Boa noite meu amor."

"Mama Boa noite." Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
"Querida, você está se sentindo bem?" Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. "Sally?"


"M-mãe ... eu ... eu não queria t-to ..." A garota conseguiu dizer que soluços.
"Não queria fazer o que querida?"
"E- .. Eu não queria tocar ... Eu não queria jogar seu jogo..." A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. "El- ... Ele tocou m-me ... A-e me fez to- toca-lo!" Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
"Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora." Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. "Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso." Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
"Tudo bem-mamãe .." A mãe sorriu e beijou sua testa.
"Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja". Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
"Sally o que?" Frank perguntou.
"Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse 'Ele tocou."
"Bem, quem diabos é 'Ele'!?"
"Eu não sei, Frank ... Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente."
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
"Opa .. eu interromper alguma coisa?" Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. "Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?" A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
"Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?" Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
"Sally quer ir também, só queria informá-lo." Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.

"Sally!" A criança olhou para ele e ficou olhando. "Vamos lá, vamos para a loja!" João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
"Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim." Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro "Será que mamãe quer que você vá até a loja?" Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
"Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também." Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.

"Tio Johnny, a loja é do outro lado" Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
"Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?" Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. "Você não está jogando o jogo certo, Sally." Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. "Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim." Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. "Você tem que ser punida agora por quebrar as regras." Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
"Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada."
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci...” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de... Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredos, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
"Quem ... Quem é você? Como você chegou na minha casa?" , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
"Esta é minha casa ...." A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. 'Sally' O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
"Brinque comigo ..."

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Eu sou um jovem adulto, tenho hoje 27 anos. A minha história começou quando tinha 10 anos, era uma criança como as outras, sem nada a acrescentar, tinha uma irmã, e um irmão mais pequeno.
Quando crianças, tínhamos muitos amigos que iam para a rua brincar conosco. minha irmã tinha uma amiga muito próxima, chamava-se Ana. a Ana era um amor de menina, um anjo autentico, sua mãe era uma dentista divorciada, um pouco gaudéria, mandava a filha para a rua para poder receber seus amigos homens em casa. 

Certo dia, a menina Ana, ao ir para a escola, morreu atropelada,  foi algo muito traumatizante, para todos. Tudo começou nesse dia, nessa noite. quando ia para a cama, comecei a ter todas as noites o mesmo sonho, estava num armazém escuro, sem nada, esfomeado, procurando algo, no fundo do armazém encontrava-se uma estante. 

Eu aproximava-me dessa enorme estante,cheia de prateleiras, havia apenas uma coisa... a cabeça de Ana, decepada. em seguida, acordava com o coração aos pulos, isto com 10 anos de idade. era um filme de terror, todas as noites. Até que um ano depois, um amigo meu com apenas 12 anos, morre atropelado por um comboio, metade de sua cabeça fica desfeita.

A partir desse dia, quando ia dormir, encontravam-se duas cabeças decepadas na enorme estante, a de Ana e a de Victor, com parte da face desfeita. E todas as noites o mesmo sonho, o armazém, a fome, a caminhada até ao movel, e as cabeças alí, estáticas, como vasos decorativos de um sociopata.
Com o passar dos anos, fui crescendo, e pessoas a minha volta, iam morrendo, e essas mesmas, fosse por acidente ou não, iam aparecendo na estante, agora 17 anos depois, quando ia dormir, deparava-me com uma enorme coleção de cabeças decepadas, amigos, conhecidos, até familiares, e já tinha mais de 50 cabeças expostas.
E todas as noites o numero de cabeças ia crescendo, e nunca consegui dormir uma única noite sem acordar com uma enorme dor de cabeça. 

Até que uma noite, tudo mudou, finalmente compreendia o significado de tanto terror, ali estava, novamente, no sonho, caminhei pelo armazém, esfomeado, procurando comida, e ao chegar ao fundo, lá estava a estante, desta vez completa, havia uma ultima cabeça que completava aquele show de horrores, era a minha própria cabeça! e nunca mais acordei, pois tambem eu tinha morrido.



Todas as noites uma garotinha de 11 anos ia até o quarto de seus pais dizer que não conseguia dormir por causa de um garotinho que chorava em seu quarto.

Seus pais sempre a deixavam dormir lá, até que numa noite a garotinha não foi até o quarto dos pais, eles acharam estranho e foram até o quarto dela.

Quando chegaram ela estava dormindo abraçada com seu ursinho, eles apagaram a luz e voltaram para o quarto.

No dia seguinte a mãe da garotinha perguntou o porquê dela não ter ido ao quarto deles e ela respondeu que no lugar onde o garotinho estava não dava para ouvir o choro.

Intrigada a mãe perguntou: E onde ele está filha?

A garotinha sorriu e respondeu: Na sua barriga, mamãe.


Eu estou embaixo da cama, espero que ele não me ouça, eu estou há 15 minutos aqui, não sei se devo sair.Posso ouvir ele se movendo sobre a cama, ele ronca como um porco selvagem.

O chão está frio, eu não aguento mais ficar aqui, mas se eu sair agora ele pode me ver.São aproximadamente 00:00, parece que ele acordou.Eu estou rezando para que ele não me veja aqui.Ele está abrindo a porta do quarto, talvez esteja indo tomar um copo de água.

Essa é a minha chance de sair daqui, eu preciso procurar um lugar melhor para me esconder.Ele acabou de entrar no quarto, ligou o rádio e voltou a dormir.Estico minha mão para fora do armário e aumento um pouco mais o volume.

Agora é um bom momento para matá-lo, ele não tem filhos, não têm esposa e nenhum vizinho vai ouvir os gritos dele, tudo o que irão ouvir será uma linda ópera que toca no rádio haha!

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Tempos atrás três cientistas se reuniram para testar como um ser humano reage em situações de isolamento, escassez de água e comida. Eles então desenvolveram um projeto bastante ousado que consistia em isolar um homem numa casa minuscula com apenas uma sala e um banheiro. O homem teria que ficar lá até o seu corpo não aguentar mais, eles queriam testar como o corpo humano se adapta em total escassez de água e comida.

Algumas coisas foram entregues ao homem: Um cobertor, uma garrafa de água mineral, uma lata de atum e um abridor de latas. Durante uma semana o homem não mostrava sinais de fraqueza e ainda lhe restava alguns goles de água. Na segunda semana ele parecia meio abatido, pálido e sentia um pouco de frio. A casa foi totalmente trancada e reforçada em caso dele perder o controle e abandonar o projeto.

Na terceira semana ele permaneceu deitado o dia todo, não se moveu em momento algum. Os cientistas cogitaram a possibilidade de um coma ou um simples desmaio, mas não interviram. Na quarta semana era possível notar o estado super avançado da desidratação, os cientistas observavam tudo através das câmeras e aplaudiam euforicamente. Na quinta semana o homem se posicionou em frente a câmera, pegou o abridor de latas e começou a cortar pedaços de sua própria carne, ele comeu sua própria carne enquanto encarava a câmera.

O mais impressionante é que ele não demonstrava sentir dor nenhuma, os cientistas ficaram chocados. Ele estava perdendo muito sangue, os cientistas resolveram intervir e fazer o procedimento de primeiros socorros. Um dardo tranquilizante foi disparado nele para que os cientistas pudessem entrar em segurança. Ele caiu no chão e os cientistas entraram, o lugar não estava sujo, não haviam fezes e nem urina.

Foi concluído que ele se alimentou de suas próprias necessidades fisiológicas. Seus batimentos cardíacos foram medidos e para a surpresa de todos o coração dele batia cinco vezes mais forte do que o coração de um ser humano salvável.  Aquilo era impossível, não havia a menor possibilidade daquele homem estar tão bem. O homem acordou durante os exames e arrancou com os dentes o nariz de um dos cientistas.

Os outros dois começaram a atirar, mas ele desviava rapidamente de todas as balas. O homem saltou em cima deles pressionando suas cabeças contra o chão, ele pressionou com tanta força que as cabeças dos cientistas foram esmagadas. Antes de matar o terceiro cientista ele pegou o nariz que estava no chão e começou a esfregá-lo na parede escrevendo uma frase.

A frase dizia: A morte me trouxe a vida, em troca eu lhes dou a dor.

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Você tem que confiar em mim. Eu tenho um conselho e você deve segui-lo sem questionar. você tem que parar de ler esse texto e pular para o último parágrafo. Faça isso sem ler nenhum parágrafo, e faça isso agora. Por favor…confie em mim.

O que acontece a seguir é inteiramente culpa sua. Você falhou no teste e agora você está em perigo. Eu não escrevi isso. Eles me fizeram escrever. São meus dedos no teclado, e seus olhos nessas palavras. Aconteça o que acontecer, não desvie os olhos dessas palavras. Continue lendo até que eu diga que você pode parar. E quando eu disser para você parar, faça exatamente o que eu digo. Se você não ler isso exatamente como eu orientei, você vai morrer. Preste atenção. Primeiro, você precisa pular o próximo parágrafo. Faça qualquer coisa, mas não leia o parágrafo seguinte. Você precisa ignorá-lo, passar direto para o parágrafo posterior. Prometa. Prometa pelas pessoas que você ama. Essa é a única chance de se redimir por não ter confiado em mim antes. Não leia o próximo parágrafo.

Parágrafo proibido: Você tinha que fazer isso, não tinha? Eles sabiam que você faria. Nada que você fizer agora vai fazer diferença. Se há pessoas que você ama por perto, chame-as. Diga a elas o que se diz aos entes queridos antes de morrer. Resolva qualquer mal-entendido ou pendência. A partir desse momento, você só vai ficar vivo enquanto estiver acordado. O momento que você dormir vai ser seu último momento de vida. Eles estão observando você. Lendo seus pensamentos. Esperando por você. Quando você dormir, eles vão te buscar. Você deveria ter confiado em mim...

Se você pulou o parágrafo acima, fez bem. Mas seus problemas não acabaram. Por confiar em mim na segunda tentativa, você ganhou uma chance de viver. É o que você precisa saber. Eles estão observando você. Ouvindo seus pensamentos. Esperando você cometer um erro. Quando você cometer, eles virão buscá-lo. Para ficar vivo você precisa derramar sangue. Hoje, amanhã, todo dia. Você precisa derramar sangue de alguém que você ama. Uma gota apenas, na sua língua. É tudo o que eles querem. Eles estão dentro de você, agora. E eles estão esperando. Se entre a hora de acordar e a hora de dormir não derramar sangue de quem ama, você nunca mais acordará. Siga esse conselho e nunca, nunca volte para ler o parágrafo proibido. Confie em mim.

Se você seguiu meu conselho no primeiro parágrafo, muito bem. Você pode parar de ler agora. Mas nunca, nunca se sinta tentado a voltar e ler os parágrafos que você pulou. Confie em mim. E por favor, me deseje sorte. Eu estou tão cansado. Você não faz ideia do quão cansado eu estou…


Eu tive um grande interesse no sobrenatural desde que eu tinha sete anos. Meu primeiro evento assustador foi uma porta que bateu sozinha em nossa casa, em 1990, (sim, eu sei, existem ocorrências mais assustadoras do que isso) e, desde então, eu tive várias outras experiências, algumas semelhantes e algumas que foram um pouco mais intensas. Eu não sei por que eu sou tão azarado, mas o paranormal me seguiu praticamente em cada casa que eu já vive em e cada lugar que eu trabalhava. Nossa casa atual não é uma exceção ...

Um pequeno apartamento de dois quartos é o que chamamos de casa. Minha esposa, eu e nossos dois filhos, Nick e Candice, vivemos felizes aqui por cerca de cinco anos. É perto da escola das crianças, perto de onde nós trabalhamos, perto de meus pais e dos meus sogros e perto de um shopping center.

De vez em quando nós ouvíamos alguns sons estranhos em nossa casa, principalmente à noite, mas nada que realmente nos convencesse de que era sobrenatural. Devido ao tamanho do apartamento, é bastante fácil de escutar sons e pequenos ruídos de qualquer um dos quartos e nós costumamos pensar em explicações racionais para eles. "É provavelmente o vento que soprou sobre esse recipiente no balcão da cozinha" ou "o brinquedo está velho, por isso ele às vezes liga sozinho...", mas nós nunca realmente fomos investigar. Eu acho que no fundo, e não querendo admitir um ao outro, minha esposa e eu tínhamos medo do que poderíamos encontrar.

Nick nunca dormia direito e, como um relógio, ia a pé para o nosso quarto, toda noite, às 23:30 e subia em nossa cama. Se estivéssemos acordados, minha esposa o levava de volta para cama. Mas muitas vezes, nós estávamos em sono sono profundo e só na manhã seguinte víamos que ele dormiu conosco.

Num domingo de manhã, acordamos com ele em nossa cama e ao beber o café, Nick nos perguntou "Quem visitou nos ontem à noite?"

"Você estava com a gente, filho, você sabe que ninguém nos visitou ontem à noite", nós rimos.

"Não", ele disse, "ontem à noite quando entrei em seu quarto havia uma senhora em seu quarto, ali de pé perto do armário do papai"

Minha esposa e eu olhamos um para o outro e eu sabia que ela acreditava no que Nick estava contando.

Quando eu tinha onze anos, minha irmã disse à minha mãe que ela viu e teve uma conversa com um velho homem que estava sentado em sua cama. Não sei ao certo por que ela teria um homem idoso como um amigo imaginário, mas minha mãe decidiu levar minha irmã para um psicólogo infantil que, para horror da minha mãe, disse-lhe que as crianças não mentem sobre essas coisas e que ele realmente acreditava que ela havia visto este senhor. Minha mãe nunca entrou no quarto de minha irmã sozinha depois disso.

Então nós meio que jogamos esta história pra debaixo do tapete e mudávamos de assunto toda vez que Nick iria perguntava sobre o nosso visitante. Após cerca de duas semanas o incidente foi esquecido.

Uma manhã, acordei, Nick ainda dormindo entre nós novamente, e apenas ali falando sobre coisas aleatórias quando Candice entrou no nosso quarto e beijou-nos como fazia depois de se levantar de manhã. Nós convidamos ela para deitar conosco, mas era um sábado e estávamos com pressa para nos levantar e começar o dia, mas ela queria ir assistir a desenhos na televisão na sala. Ela saiu da sala e com a voz alegre, ouvimos quando cumprimentou alguém: "Olá!" E deu uma risadinha.

Mais uma vez a minha esposa e eu apenas nos olhamos com os olhos arregalados e chamamos Candice de volta para o nosso quarto.

"Quem você cumprimentou na sala agora?" Eu perguntei a ela com um sorriso.

"A velha senhora, papai", ela respondeu.

Levantei-me e caminhei até a sala de estar e, obviamente, não vi ninguém, por isso, sem fazer mais delongas eu mudei a televisão de lugar e deixei Candice vendo seus programas favoritos. Mais uma vez, nós não fizemos qualquer menção ou perguntamos mais sobre a "senhora", como meus filhos não sabiam sobre coisas como fantasmas, o único ser sobrenatural que veio a nossa casa era o Sandman.

Meses se passaram sem qualquer avistamento ou conversa com "a senhora", com exceção de brincadeiras entre minha esposa e eu, geralmente depois que as crianças estavam dormindo e ela ia fazer um café pra beber enquanto assistia filmes na cama. "Diga oi para a velha senhora quando estiver voltando para o quarto", e ela voltava correndo para o quarto e dava um tapa no meu ombro. Mal sabia eu que a brincadeira iria se tornar realidade.

Candice falava muito enquanto dormia e ficávamos muitas noites sentados na cama ouvindo ela resmungar, tentando entender o que ela estava dizendo e querendo saber o que ela estava sonhando.

Uma noite especial de verão eu acordei e ouvi Candice falando sobre uma tempestade, mas ao mesmo tempo eu podia ouvir o que parecia ser uma voz cantando macio. Nossa janela do quarto ficava aberta durante as noites quentes então eu pensei que talvez fosse um barulho vindo de fora, então cai no sono novamente. Isso começou a acontecer com mais freqüência, porém, pelo menos a cada três noites, e cada vez que eu levantava da minha cama e começava a andar para o quarto das crianças, Candice parava de falar e o "cantar" desapareceria antes que eu pudesse ver através da sua porta. Eu ficava lá em silêncio e esperava por um som, mas nada acontecia. Mais uma vez, eu pensei que deve ter sido sons vindos de fora, porque, quando eu saía do quarto, o "cantar" cessava. Isso fazia sentido para mim.

Os próximos dias tivemos tempo raramente frio, então nós fechamos nossas janelas do quarto à noite e adivinhem? Eu não ouvi o "canto". Fiquei aliviado, mas não durou muito tempo.

Em uma dessas noites frias eu estava deitado na cama, acordado enquanto o resto da minha família estava dormindo, pensando em tudo, desde o trabalho até o que iria comer na noite seguinte. Candice começou a resmungar, mas depois de alguns segundos ela começou a soar como se estivesse tendo um terrível pesadelo. O murmúrio suave tornou-se muito mais alto e eu podia ouvir que ela estava muito assustada. Só então o canto suave começou também.

Levantei-me devagar e silenciosamente fiz meu caminho para fora do nosso quarto, cada passo que eu dava para a sala das crianças fazia meu coração bater um pouco mais rápido, o canto foi crescendo cada vez mais alto, cada vez mais claro, onde, no passado, começavam a desaparecer quando me aproximava seu quarto.

Com o pé direito fora da porta do quarto das crianças, ouvi os murmúrios de Candice diminuindo, mas o canto suave, claramente uma voz de mulher, continuou.

Arrepios corriam para cima e para baixo a minha espinha, minhas pernas começaram a sentir como quando você foge de alguém em um sonho, como geléia, enquanto eu podia sentir gotas de suor frio escorrendo pelo meu rosto. Minha boca ficou seca instantaneamente enquanto ouvia essa doce canção, uma que eu nunca ouvi falar antes e agora nunca vou esquecer.

"... Os negros e baías, pintas e cinzas, vá dormir pequeno bebê..."

Eu sabia que tinha de enfrentar quem ou o que estava no quarto com meus filhos, por isso, tomei um fôlego e, lentamente, comecei a empurrar a porta aberta.

"... Quando você acordar você terá ..."

O canto parou abruptamente quando eu espiei pela porta.

Ela ficou ali sentada na cama da minha filha, braços cruzados no colo e cabeça voltada para mim. Nós apenas nos olhamos. Eu queria, mas não conseguia ver os olhos dela. Em seguida, ela simplesmente continuou cantando baixinho "... todos os pequenos cavalos bonitos".

Minha esposa disse que ela me encontrou deitado na porta do quarto das crianças e me ajudou a voltar para a cama. Aparentemente, eu estava frio, mas suando muito. Eu mesmo não me lembro o que aconteceu depois dessas últimas palavras que ela cantou, eu devo ter desmaiado, mas o estranho é que os meus filhos foram dormir muito bem desde aquela noite. Eu gostaria de poder dizer o mesmo de mim ...





Sempre adorei psicopatas, é fascinante o comportamento deles, a falta de piedade, a inteligência e a crueldade, a criatividade brutal e o jeito como suas ações parecem algo surreal. Desde cedo, sempre fui maravilhada por eles, o modo como agem à sangue frio e toda sua indiferença... Na época, esse fascínio não passava de um passatempo bem interessante, porém eu estava prestes a mudar isso…

Nunca fui uma pessoa de muitas amizades, principalmente por causa desses meus gostos. Uma pessoa somente que me acolheu e me quis como amiga. Devo agradecê-la, ela me mostrou que amizades verdadeiras existem, e me deu a maior prova disso: sua vida.

Estava esperando por esse dia havia meses, já estava tudo na minha cabeça, céus! Seria simplesmente perfeito! Fui uns dias antes na casa dela só para garantir que tudo estava certo e que seus pais já estavam de malas prontas para sua viagem e também para ver sua empolgação em ficar sozinha em casa.

Um dia antes mal consegui dormir de tanta ansiedade. Bom, tudo tinha que sair perfeito. Foi em uma noite de sábado, meus pais saíram para visitar uma amiga que acabara de perder o filho em um acidente bizarro, e fiquei sozinha em casa, o que foi ótimo, pois iria me polpar pequenas mentiras…

Esperei um tempo e saí. Peguei um ônibus que estava cheio de jovens fúteis se comportando como se a vida fosse sempre perfeita. Passados mais ou menos meia hora, cheguei a porta de minha amiga. Meu coração parecia que ia explodir, batia 10 vezes mais que o normal, fiz o melhor que pude para ignorá-lo. Pus minhas luvas e abri a mochila para conferir se todos os meus “brinquedinhos” estavam lá, se não havia esquecido algum deles.

Entrei pela janela de seu quarto, ela já estava pronta para dormir e se olhava no espelho. Com praticamente um pulo, agarrei-a por trás e pus formol em um pano para que ela desmaiasse. Nem consigo descrever com palavras meus sentimentos naquela noite! A amarrei facilmente pelos pés e pulsos na cabeceira da cama, cobri sua boca com um pano. Esperei-a acordar.

Quando finalmente acordou, fiz questão de fazer com que ela soubesse quem estava no controle de agora em diante. Dei-lhe um “boa noite” e comecei. Olhei por um tempo para aqueles olhos desesperados, cheios de medo e terror, queria ter certeza de que nunca me esqueceria deles…nunca…

Primeiramente cortei suas pálpebras e escutei gemidos de dor (o que aumentava ainda mais essa sensação prazerosa que sentia.), esperei um tempo e arranquei unha por unha, aquelas mesmas da qual ela tanto se orgulhava por serem bem feitas.

Ela estava reagindo bem a dor, só gemia e chorava. Parei por um momento pois tive uma grande ideia.Comecei a cortar dedo por dedo do pé para depois fazer isso com os das mãos. Tive que parar, ela estava pra desmaiar novamente, não ia permitir que isso acontecesse, eu queria que ela visse tudo. 

Permaneci parada uns 15 minutos olhando aquele rosto cheio de medo, terror e agonia. Mesmo com a ansiedade sentida nos dias anteriores, estava calma, afinal, não deve se apressar a obra de um artista, não é mesmo? 

Continuei com sua pele, bonita e macia, não iria ser assim para sempre. Tive certeza de que ela ainda estava consciente e comecei a cortar profundamente a pele de seus braços deixando a carne e alguns ossos expostos, ela chorava tanto. 

Para terminar, virei-a de bruços e cortei a pele de suas costas. Saí da cama e fui até uma parede limpa de seu quarto (uma que não estava cheios de pôsteres de cantorezinhos famosos que ela tanto idolatrava ). Arrastei-a até essa parede, fui até a mochila e peguei um martelo e pregos que havia colocado lá dentro. De um jeito, consegui estender sua pele das costas em formato de asas. Soltei seus pulsos e os preguei na parede, o mesmo fiz com os pés. 

Por último, desamarrei sua boca. Ela estava quase perdendo a consciência pela dor que sentia. Cortei as extremidades de sua boca em forma de um sorriso e deixei que ela falasse uma última coisa antes de eu ir embora. Para minha surpresa ela simplesmente falou: “Pensei que éramos realmente amigas…” e então desmaiou. Sinceramente, pensei que ela iria me xingar ou falar vulgaridades. Acho que a morte e a dor realmente muda as pessoas... 

Bom, com essas últimas palavras, fui até o banheiro e lavei as luvas. Antes de sair, peguei a câmera e tirei fotos de minha obra para ter a plena certeza de que eu iria me lembrar disso para sempre. Saí da casa pela mesma janela. Chegando em casa tomei um banho e queimei tudo que poderia me incriminar. Joguei a faca e a tesoura num lixão próximo. Bem, digamos que estou ansiosa para a mãe dela voltar de viagem…

Katarina chega com seu marido em casa depois de duas semanas fora. Estava com saudades de sua querida filha. Então vai chamá-la, por não obter uma resposta, sobe as escadas, “Acho que ela está no quarto”, pensa.

Desde o corredor, Katarina vêm sentindo cheiro de algo podre, mas acha que foi o lixo que Emily esqueceu de colocar para fora. Ela entra no quarto da filha e olha horrorizada. O que vê é uma cena desesperadora e agonizante… Há sangue por todo quarto. Sua linda filha está pregada na parede com a boca cortada e olhos sem pálpebras.

A pele presa à parede em formato de asas. Sua filha está totalmente deformada. Ela é tomada pelo sentimento de desespero, agonia, tristeza e ódio...principalmente ódio. Sua filha, que nunca fizera algo de ruim para alguém. Sua filha, a quem lhe contava segredos, histórias e todos os fatos que aconteciam na faculdade.

Após lembrar de todas essas coisas, Katarina grita, entra em completo desespero, total agonia e desprezo pela pessoa que cruelmente assassinou sua linda filha. Seu marido sobe para ver o que está acontecendo e olha… Aquela cena… E entra em estado de choque. Katarina sai da porta e vai para perto de Emily, só aí percebe: do lado de sua filha está escrito com sangue "Não se pode parar a obra de um verdadeiro artista”…


Todo mundo tinha saído de casa, e eu, “o corajoso”, fui assistir ao filme Espelhos do Medo. Após o filme, resolvi ir dormir, afinal não tinha nada que preste passando na TV, a noite já se fazia velha, quase dando inicio à madrugada, e tudo na rua estava quieto, nem um latido de cachorro, nem um carro, moto ou nada.

Eu me dirigi ao banheiro para fazer a higiene noturna, enquanto pegava a escova de dentes e a pasta, olhei pro meu reflexo no espelho e falei: ta na hora de cortar o cabelo hein cara? Dei um leve riso e coloquei a pasta na escova, foi nesta hora que eu tive a infeliz ideia de fazer uma careta na frente do espelho, afinal eu estava sozinho, e queria ver se conseguiria fazer uma cara que pudesse assustar a mim mesmo.

Comecei abrindo bem a boca e os olhos e mostrando os dentes, depois fiz uma série de caras e bocas, daí me lembrei de uma cena do filme em que o cara diz que não era ele que olhava para o espelho, e sim o espelho que olhava pra ele. Pensando nessa frase, comecei a encarar o espelho, a fim de ter a sensação de que ele era quem estava olhando pra mim. Maldita hora.

Quanto mais eu encarava sério, mais aquele reflexo parecia vívido na minha frente, eu comecei a me arrepiar, e à medida que eu ia olhando, o reflexo parecia querer sorrir, mesmo eu estando sério, eu começava a ter a impressão que ele iria se mexer sozinho.

É incrível o quanto nossa mente pode nos enganar, ou será que aquilo era um castigo pra eu deixar o desconhecido em paz? Por mais que eu achasse que não havia nada errado, vai tentar convencer minha mente do que meus olhos estão vendo. Eu não aguentei e abaixei o rosto, escovei os dentes sem olhar para o espelho, mas tinha um impulso dentro de mim, a simples curiosidade de saber se aquilo era paranóia ou se havia acontecido algo sobrenatural ali, então eu olhei novamente.

E o sarcástico reflexo no espelho se moveu alguns centésimos de segundo depois de mim, denunciando que não estava em perfeita sincronia comigo. Ainda assim eu achei que era coisa da minha cabeça, e cheguei bem perto, encarei, virei a cabeça de lado, estava tudo normal. Então eu sorri da minha própria estupidez e virei para guardar a escova no armário que fica do lado. O reflexo não se mexeu.

Eu corri para o meu quarto na velocidade da luz, coração batendo a mil, e um pavor indescritível. Que idiotice a minha ficar brincando com essas coisas, dando brechas pra elas entrarem em minha mente. Foi real ou não? A luz do banheiro ainda esta acesa, eu tenho que apagar, mas não tenho coragem nem pra levantar da minha cama e fechar a porta do quarto.

O que aconteceu no banheiro? O que foi aquilo? Foi real ou não? Não foi. Não. Foi somente coisa da minha cabeça. Afinal eu escrevo contos de terror. É mesmo. Por que eu to com medo? Geralmente eu faço as pessoas ficarem com medo, mas eu não. Ta bom, vou levantar e apagar a luz do banheiro, por mais que minhas pernas estejam tremendo e minhas costas se arrepiando, lá vou eu. Já estou na porta do quarto.

Que barulho foi esse? Parecia um suspiro, e veio do banheiro. Ai meu Deus, eu sabia que não era imaginação. ( corro de volta para a cama e me escondo debaixo do cobertor) Se meus amigos me vissem agora iriam tirar sarro de mim. Eu sou homem, e estou com medo de algo que eu nem sei o que é. Ah não. Não vou deixar isso me abalar. Fala sério! Vou me levantar e apagar aquela maldita luz. ( me levanto novamente e vou devagar até a porta do banheiro) eu nem preciso entrar, o interruptor fica na parede do lado da porta.

É isso aí. Consegui, agora vou voltar para meu quarto e dormir. Problema resolvido. Fechando a porta do quarto. Deitando na cama. Apagando a luz. 
Agora vamos dormir (falo). Idiotice. Ficar com medo do meu próprio reflexo, eu nem sou tão feio assim. Mas que foi sinistro foi. Na hora que eu me virei pra guardar a escova eu olhei pelo canto do olho e ele estava de frente pra mim.

Ai meu Deus, não gosto nem de lembrar, ainda bem que eu fechei a porta. (olho para a porta, ainda tinha uma fresta de luz iluminando meu quarto, vinda dos postes na rua) Peraí, eu fechei a porta, por que ela está aberta? Eu tenho certeza que fechei… MEU DEUS DO CÉU! Que mão é aquela segurando a porta?!


Há dois dias perdidos naquela mata, tudo parecia o inferno. Eram em oito no início da aventura. Saíam de casa para o bosque das almas com a intenção de beber, fazer sexo e descansar, mas agora os três sobreviventes da chacina corriam por suas vidas, enquanto o assobio aterrorizante os seguia por entre as árvores. Ana Alice, uma linda loira, parecia cansada, seu namorado, Jonas, um rapaz moreno, forte e de olhos verdes, a levava nos braços, e o terceiro era Samuel, um ruivo alto de porte atlético, finalmente avistaram uma cabana antiga, na qual se esconderam.
Essa maldita está brincando com a gente – disse Samuel – nos deixou vivos pra se divertir.

– Nós vamos morrer amor? – perguntou Ana – estou com medo.

– Não tenha – respondeu Jonas a abraçando forte

Enquanto ficavam lá, ouviram o mesmo assobio infernal de algumas horas atrás, quando viram seus amigos serem esquartejados e devorados pelo que parecia ser uma menina branca de cabelos pretos, com dentes afiados e que cortavam como facas. Matava com suas garras afiadas, com a qual furava os olhos e a jugular, comendo as vítimas em seguida.

O assobio foi se intensificando até tornar-se um berro horrendo, e a criatura aparecer atrás do casal, espirrando sangue do rapaz no rosto de sua namorada e devorando-o em sua frente. Ana tentou fugir, mas teve o cabelo puxado e os olhos perfurados, caindo estrebuchando no chão e morrendo lentamente, até ser comida pela criatura. Samuel conseguiu fugir, mas foi posto num manicômio após contar a historia, e ainda foi acusado de ter matado todos os amigos, enquanto no bosque das almas os corpos nunca foram encontrados, e o derramamento de sangue nunca chegaria ao fim.


Algumas crianças Brincavam nas Proximidades de um sitio abandonado, localizado não muito distante da zona urbana, caçando pássaros com seus estilingues e colhendo frutas das arvores da redondeza, quando decidiram-se brincar na velha casa do Sitio. Derrepente os meninos saem da casa aos gritos de pavor, correndo entre as trilhas no mato circunvizinho que dava para fora daquela propriedade. Voltando para suas casas assustados e totalmente em choque contando a todos a cena que viram ali naquele casebre abandonado. Imediatamente alguns pais e curiosos resolveram invadir o velho sitio a fim de averiguar a historia dos garotos.

Pulando a cerca que ficava aproximadamente uns cem metros da casa, que por volta estava cheia de mato, folhas secas e lixo trazidos pelo vento, mas nada que justifica-se o fedor que vinha de dentro do casebre abandonado. Havia muito tempo que ninguém residia ali, aquela propriedade estava há muito tempo abandonada, a casa estava caindo aos pedaços, às portas comidas pelos cupins, buracos na telha, chão da varanda completamente coberto de folhas secas e paredes deterioradas pelo tempo. Nenhum vestígio de animal morto! Alguns homens da cidade que estavam ali para averiguar se armaram com pedaços de pau, pedra e tudo que podiam encontra pelo caminho dentro da propriedade em direção a casa. 

Lentamente eles se aproximam da porta, que possuía duas bandas, porém uma estava tão destruída que contia-se pendurada apenas por uma só dobradiça. Uns olhavam um para outro, tampando o nariz de tamanha podridão. Um dos que ia a frente chuta o único lado perfeito da porta arremessando os restos podres no chão, entra gritando com pedaço de pau na mão, até paralisar-se vendo a bizarra e terrível cena a sua frente. Os demais o acompanhavam lentamente, enquanto outros voltavam imediatamente diante a horripilante visão que estava a sua frente. No centro da sala, com o telhado furado, deixando penetra somente alguns raios de luz pelo telhado, estava um homem amarrado por uma corda que vinha da linha central do telhado. O mesmo encontrava-se de cabeça para baixo, todo em estado de putrefação. Sua frente outro estava sentado, com o corpo para frente. Em volta de si pedaços de corpos retalhados; mãos, pé, orelhas e um braço. Se aproximado mais dava para perceber que por baixo do homem amarrado encontrava-se um tigela que dava para concluir que aparava o sangue do indivíduo. Os dois corpos estavam cheios de bichos, estava em estado de decomposição avançado. 

Os cidadãos de imediato ligaram para as autoridades competentes que chegaram até o local para analisar os fatos. Como se tratava de algo sério, bizarro, encaminharam o caso para as autoridades superiores. Todos os lados estavam voltados para a pequena cidade. Tanto a mídia como a população esperavam a pericia decifrar tal caso. Poucas explicações foram dadas e dentre muitas especulações a conclusão é que tratava-se de bruxaria. Pouco a pouco o caso foi esquecido pela população, a casa do sitio foi derrubada e o terreno ficou desabitado, dando espaço a uma vegetação de mato fechado. Um ano depois ninguém nem mesmo lembrava-se do caso!

Lucas Matos, um Jornalista da capital, havia acompanhado por partes o caso até seu possível arquivamento. Um ano depois os editores chefe do Jornal policial resolveram abrir uma reportagem investigativa. Resolveram apura os fatos e voltar o caso a mídia, encarregando Lucas de tal tarefa. Através de contatos na policia ele inicia a investigação, entrevistando agentes que na época encarregaram-se do caso. Investigando mais afundo descobriu que o mesmo caso foi abandonado. A primeira coisa que descobriu foi que a equipe policial achou no local uma câmera que registrou todos os fatos. A segunda é que não havia somente duas pessoas na casa mais sim cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens. A terceira evidencia apontavam para um ritual satânico que estava revelado nas filmagens, porém as mesmas continham cenas bárbaras, chocantes e totalmente sobrenaturais! A equipe que assistiu todo o episódio no vídeo praticamente não resistiu, sendo que houve apenas um sobrevivente na equipe, único que não se se suicidou, porém ficou lunático, perdendo toda e qualquer sobriedade. O ponto principal do caso ainda era misterioso, o vídeo desapareceu misteriosamente e virou motivo de grande temor na policia. Sendo que ninguém se quer referia-se ou tinha ousadia de falar do caso.

O mito entre tais era que o vídeo matava quem o assisti-se. Lucas apurando os fatos conseguiu chegar o mais perto possível da solução do paradeiro do vídeo. A polícia destruiu do mesmo, porém um mês antes alguém havia copiado a fim de jogar as imagens na internet. O pior estava para acontecer! O corrido com o vídeo desaparecido estava recente e quem copiou provavelmente estava pronto a divulgar na web e desencadear uma maldição sem precedentes. Lucas orientado por evidencias resolveu procurar um dos únicos paranormais que havia acompanhado o caso. Antonio Alves o vidente. O suposto vidente tinha chegado a seguinte conclusão:

“ Não assiste ao vídeo porque não consegui resistir a força do mau que acompanhava o objeto. Porém adverti que a equipe deveria destruir o objeto. E nos relatos que ouvi a cerca do mesmo cheguei a conclusão que realmente tratava-se de bruxaria, um pacto satânico e que isso estava relacionado a abertura de uma portal do inferno!”