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No dia 29 de Dezembro de 1972, um dos aviões da empresa Eastern Airlines, conhecido como Tri- Star, graças a erros técnicos do piloto, caiu em meio aos pântanos da Flórida, matando todos os membros da tripulação e passageiros. O piloto Bob Loft e o engenheiro Don Repo pilotavam a aeronave e também perderam suas vidas, foram responsabilizados pelo acidente. A queda do avião, segundo as investigações feitas posteriormente, teria ocorrido graças, a distração da tripulação. O vôo de Nova York com destino a Miami, teria caído pouco tempo antes de chegar ao seu destino final. Um dos motivos apontados para a terrível fatalidade, foi que o piloto automático teria sido acidentalmente desligado, e o piloto e o co-piloto encontravam-se distraídos; e devido as condições metrológicas, não teria sido possível distinguir o céu do horizonte enquanto a aeronave se aproximava lentamente da superfície em sua viagem mortal.

O avião perdeu latitude lentamente, ficando cada vez mais baixo, e quando o comandante percebera o erro terrível cometido, já não havia mais o que fazer. Era tarde demais para os passageiros e o seu vôo 401. As investigações posteriores apontam que as causas do acidente teriam somado o erro humano e a falha no equipamento. 

Com o passar dos anos, vários componentes do avião acidentado, foram reutilizados em outras aeronaves do Eastern. 


Nesse ínterim começaram a surgir boatos surpreendentes, de pessoas que frequentavam os vôos da Eastern, em aviões cuja estrutura havia reaproveitado as antigas peças do 401, a respeito de estranhas e misteriosas aparições durante as viagens. Uma vasta quantidade de passageiros intrigados, afirmavam haver encontrado-se em determinado período tanto com o comandante Bob Loft como com o engenheiro Don Repo.

As aeromoças afirmavam que as aeronaves ficavam com um clima gélido e que uma brisa fria e misteriosa espalhava-se pelas cabines. E era então que presenças estranhas tomavam formas.
Tais relatos eram confirmados com vêemencia por outros pilotos e também por oficiais. O ápice ocorreu quando o próprio vice- presidente da Companhia afirmou haver supostamente tido um diálogo com o capitão falecido Loft, ao entrar em um vôo. Os relatos aterrorizantes começaram a multiplicarem-se com o passar do tempo. Mais de 30 vôos da Eastern Airlines foram alvos de relatos e experiencias paranormais.

Foi nesse interím que John G. Fuller começou a investigar o mistério, investigação esta que renderia o livro "O Fantasma do Vôo 401", Entretanto um dos empecilhos para a apuração dos estranhos fatos, foi que alguns dos funcionários mantinham-se de certa forma relutantes a contribuírem com suas experiências. O fato é que os relatos só ocorriam nos aviões que continham peças reaproveitadas do 401. Posteriormente surgiram mais detalhes assustadores, como as experiências assombrosas dos familiares de Loft e Repo relatadas no livro. O caso é que médiuns foram contratados pelas duas famílias em busca de conforto, Talvez por tal motivo, no ano de 1974 as aparições finalmente cessaram.



Especialista em restauração de prédios tombados, a arquiteta Helena Saia descobriu entradas tapadas com cimento e tijolos nos corredores subterrâneos do Hospital Matarazzo, por onde eram transportados os defuntos.

Helena ficou intrigada. Entrevistou ex-funcionários do hospital e colheu uma versão para o mistério: o conde Matarazzo, simpatizante de Mussolini, teria utilizado aqueles espaços para esconder fascistas perseguidos no Brasil. 

"Disseram que até nazistas passaram por lá", conta a arquiteta.
Bem mais palpitante é o mistério atual do Hospital Matarazzo, pelo menos para os investidores do mercado imobiliário. A atenção sobre aquele terreno de 25 mil metros quadrados, grudado na avenida Paulista, está aumentando ainda mais neste ano: ali vai acontecer o Casa Cor, evento máximo de arquitetos e decoradores no Brasil.

Proprietária do imóvel, a Previ -o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil - não sabe como, nem quando, nem para quem (nem se) será vendido. O arquiteto Júlio Neves elaborou um projeto para ocupar parte do terreno, onde construiria um shopping center e um prédio comercial.
Foram tantas as pressões e os obstáculos legais que ele desistiu da iniciativa. "Continuo interessado", informou, garantindo que ajudaria a restaurar o hospital para que voltasse a ter utilização médica.
O sonho dourado da Fundação Getúlio Vargas é ampliar seu campus para aquela área, que fica exatamente em frente à faculdade. Por falta de espaço, eles estão se dispersando em diferentes prédios. "Fizemos o que foi possível", lamenta o diretor da FGV, Sylvio Mazzucca, dizendo-se ainda à espera de um sinal da Previ para apresentar uma nova oferta. Existe até um corredor, debaixo da rua Itapeva, que liga a escola ao hospital.

O empresário Mario Amato, ex-presidente da Fiesp, não se conforma com o fato de, entre as colônias estrangeiras de São Paulo, somente a italiana não ter um hospital; nas redondezas, está o Sírio-Libanês e, do outro lado da avenida Paulista, o Oswaldo Cruz, criado por alemães, além da Beneficência Portuguesa. Quer que o Matarazzo volte a ser um hospital respeitado.

O fato é que, eu me perco em tantas imagens e não sei qual postar, todas são assutadoras, o maozoleum, mauzoléu sei lá, da familia Matarazzo é assustador também... Quem topa comigo entrar no hospital a noite?

Fotos do hospital:










Reportagem da Folha Uol

O mistério do Mauzoléu da familia Matarazzo:


Existe uma lenda muito famosa no Cemitério da Consolação em São Paulo....
Muitos contam que quando uma da filhas do Comendador Ermelinno Matarazzo estava sendo enterrada no Mausoléu da Família, um dos coveiros...o mais jovem desmaiou no meio de todas as pessoas...e começou a sangrar, na época, ele tinha apenas 23 anos estava no emprego há 2 meses...Até hoje, não descobriram a causa da morte...E muitas pessoas dizem que escutam gritos de lamentações perto do Mausoléu...outras dizem ter visto o coveiro sentado por ali...olhando para o belo Mausoléu do Comendador.
Ainda dizem que ele vaga por todos os cantos do Cemitério...e todas as noites fica sentado no túmulo que está em frente ao mausoléu dos Matarazzo.
Fotos do mausoléu:




(Não ver nada certo? agora veja com zoom)




Com a foto preto e branco, pude ver com clareza que aparece um rosto em um túmulo que está em frente ao da família Matarazzo, onde muitas pessoas relatam ter visto o coveiro que faleceu...veja na imagem apliada que o rosto está perfeito..

Conhecida como "a ilha do não retorno", a enigmática Poveglia fica na superfície da água verde situada entre Veneza e cidade Libo na lagoa de Veneza, no norte da Itália. Dividido por um estreito canal, Poveglia aparece como uma ilha revestida por uma aura de silêncio, morte e proibição, já que não é permitido se aventurar em suas terras, onde milhares de pessoas foram queimadas há séculos atrás. Seus restos mortais, como se recusasse à serem enterrados no esquecimento, ainda tendem a chegar às costas de Veneza, lugar em que o lembrete fúnebre que há entre as árvores silenciosas e edifícios da ilha isolada, ainda deixa transparecer muitas vozes de almas que ainda não descansaram, muitas delas, devoradas pela angústia dos séculos.

Poveglia - A ilha amaldiçoada


A ilha vista de cima

Voltando no tempo, vemos que a história Poveglia começa no tempo dos romanos, quando a ilha foi usada como aterro para quem sofresse de peste bubônica, ainda que teve o seu apogeu no século XIV, antes mesmo de outras doenças como a "praga de Antonino " e " Peste de Cipriano ", ambas com graves consequências para a Itália.

Mas o pior veio antes do Renascimento, quando, no século XIV, a Peste Negra apareceu, levando à morte cerca de 34 milhões de vítimas e Veneza se tornara um inferno na Terra, já que seu esgoto a céu aberto, umidade ambiente e outros elementos desencadeados em parte pela intensidade da sua vida comercial, teriam tornado o local, praticamente impossível de escapar à uma epidemia. Os cadáveres empilhados tornaram-se parte da paisagem cotidiana macabra de Veneza. Nessa situação, as autoridades e os clérigos concordaram em usar Poveglia como necrotério.


Ossos na ilha

Convertido em ânfora da morte, dia após dia Poveglia era o destino de milhares de cadáveres fedorentos, empilhados como lixo, devorado pelo fogo que ardia, levantando altas nuvens de fumaça que enchiam o ar de um cheiro perturbador de carne queimada. Embora o pior ainda estivesse por vir, desde aquele momento, foi decretado que as pessoas afetadas pela praga - ainda vivas - seriam levados para a ilha. Assim, em poucos anos, mais de 160 mil pessoas, incluindo homens, mulheres, crianças e idosos, terminaram seus dias nesta ilha sinistra.

Segundo algumas informações, um crematório colossal foi erguido em Poveglia no século XIV. Uma grande camada do solo é praticamente feita de restos humanos, de modo que até mesmo os restos desses ossos continuam a chegar à costa. Devido a isso, a ilha foi transformada em uma espécie de "área podre" por causa da mistura entre a umidade do solo, com cinzas humanas, que criou uma camada de material pegajoso que, apesar do seu carácter repulsivo, é ideal para o cultivo de videiras.

Como mencionado antes, entrar Poveglia é proibido, exceto para os proprietários das vinhas, pois nem mesmo os pescadores, que teme pescar ossos humanos, se aproximam da ilha.

POVEGLIA, LUGAR DE LOUCOS E DE FANTASMAS

O hospital psiquiátrico

Tempos depois de Poveglia ser totalmente abandonada, foi construído, em 1922, um grande hospital psiquiátrico com um grande sino que ainda pode ser visto a partir da costa de Veneza, mesmo naquelas noites em que a ilha se encontra envolto em uma névoa fantasmagórica.


Ora, todos sabemos que para algumas pessoas com doenças como a esquizofrenia, as alucinações são confundidas com a realidade, mas mesmo assim, há crenças de que, muitas vezes, os "loucos" conseguem perceber espíritos reais. Por isso, os pacientes psiquiátricos eram a principal fonte de relatos de fantasmas, que, de acordo com os internos, pertenciam às vítimas da Peste Negra e foram imersas em um profundo estado de tormento. Mas, como aqueles depoimentos de visões de fantasmas eram testemunhos de "loucos", os relatos foram desacreditados.

UM MALVADO MÉDICO CASTIGADO POR ESPÍRITOS

Vista do hospital de fora da ilha

A parte mais negra da história de Poveglia foi quando o diretor do hospital psiquiátrico começou a usar os doentes mentais como cobaias em experiências para novos métodos de cura, incluindo processos como a lobotomia e trepanação, em que foram empregandos cinzéis, martelos e às vezes furadeiras de mão, em meio a intensa agonia das vítimas, gerando a abertura da abóbada craniana, com um resultado que não estava nem perto de uma cura, mas sim da morte ou agravamento da doença, ambos com um rastro de sofrimento, sangue e detritos que cobriam as operações de limpeza do local, como prova irrefutável do quão cruel pode ser o Ciência em mãos erradas.

Diz-se que muitos foram os pacientes que morreram nos experimentos, ou foram literalmente

Ala abandonada do hospital

torturado com pretextos científicos. Mas as atrocidades do médico não ficariam impunes, uma vez que, após vários anos de experiência com os doentes, o médico começou a ver espíritos daqueles que morreram por suas experiências e os espíritos que foram abandonados na ilha naqueles dias em que a praga assolou a Itália. Prisioneiro do terror diário incutido por suas visões, o médico - de acordo com uma enfermeira que testemunhou o evento - acabou pulando do alto da torre do sino. Quando ele caiu, diz-se que, enquanto se contorcia de dor em uma poça de seu próprio sangue, o terror se apoderou de seu rosto quando, de repente, do chão, surgiu uma névoa que o envolvia e o "estrangulou até a morte ".

Esse foi o fim do médico do mal e, desde então, seu espírito foi condenado a engrossar as fileiras de almas que penam no silencioso Poveglia. Mas não é um fantasma qualquer: ele vive na torre do sino e, conta-se, por vezes o faz soar. Muitos ouvem a sua campainha rouca, sabendo que não é mais provável que um vivo faça "os sinos dobrarem".

APÓS A MORTE DO MÉDICO

Depois que o médico que realizava experiências com os doentes internados cometeu suicídio pulando da torre do sino, o hospital psiquiátrico foi fechado e a ilha ficou ainda mais abandonada, até que, depois que o governo italiano o vendeu, o novo proprietário tentou em 1960, viver ali com sua família, coisa essa que não conseguiu porque os fantasmas constantemente perturbavam a sua paz.

Após o incidente de 60, a reputação da ilha se tornou mais enegrecida ainda, quando uma família rica comprou a propriedade na ilha e mandou construir uma casa lá. Supostamente passariam longas férias na casa em Poveglia, mas a verdade é que não aguentaram sequer um dia na ilha, e que - de acordo com o proprietário em questão - o que experimentaram na casa foi tão assustador que se compara ao famoso caso de Amityville. O antigo proprietário se recusa a dar detalhes do que aconteceu, mas conta que uma de suas filhas foi atacada com tanta veracidade que sofreu um grande e profundo corte no rosto, o que lhe rendeu uma sutura de 14 pontos.

Pesquisadores paranormais visitam a ilha

Depois do que aconteceu com aquela família, vários médiuns visitaram a ilha em busca de sinais de atividade paranormal, relatando o tempo todo que havia uma atmosfera densa, pesada e opressiva, e que tinham a sensação de que alguém estava respirando em seu pescoço. Às vezes viam sombras em forma humana, cruzando seu caminho e - esta é a pior - eles podiam ouvir os gritos e gemidos, das almas perdidas, como ecos em um quarto escuro. Os terríveis acontecimentos do passado foram carimbados no plano astral, e estão fadados a se repetirem por toda a eternidade neste lugar amaldiçoado.

São inúmeras as histórias, não só dos doentes mentais que residiram o local, mas de muitos aventureiros que provaram em primeira mão, a ruptura entre o aqui e o além que existe em Poveglia. Tal foi o caso paradigmático de um grupo que foi para o hospital e lá, entre as paredes danificadas pela passagem do tempo, eles ouviram uma voz clara, porém oriunda de lugar nenhum, em um tom revoltado e forte, que deu a seguinte ordem: "Saiam imediatamente daqui e não voltem nunca mais!".



Alguns anos atrás, eu estava saindo com amigos para explorar sítios arqueológicos supostamente assombrados. Estávamos na Primeira Igreja Presbiteriana Edisto, onde uma garota chamada Julia Legare foi sepultado no mausoléu de sua família em 1852 os fundos da igreja.

Pessoas relataram que ouviam gritos sobrenaturais quase todas as noites, mas nunca tinham investigado a origem. Quinze anos depois, eles abriram a porta do mausoléu para enterrar o próximo membro da família que morreu, o corpo de Julia foi encontrado enrolado em um canto perto da porta, com os braços estendidos, como se tentasse encontrar a saída.

Bem... meus amigos e eu pensamos que seria divertido se eu passasse a noite ali,mas desistimos. Foi quando fiquei trancado dentro do mausoléu e meus amigos me deixaram lá ... Eu tentei abri-lo, usando toda a minha força; mas sem sucesso, eram necessárias quatro pessoas abrir aquelas portas. Na escuridão me resignei a passar a noite lá.

Eu não costumo assustar facilmente; mas sentado naquela área relativamente pequena cercada por uma pressão emergente eu não conseguia explicar totalmente;a escuridão parecia tentar me devorar. Senti um peso pressionando minha pele de todos os lados, estava até mesmo difícil para respirar. Sentei-me no escuro e os minutos lá pareciam horas.

Então eu ouvi arranhões. Eram fracos no início, eu tinha certeza de que vinham da minha imaginação, mas eles estavam se tornando mais fortes à medida que o tempo passava. Então rolei para um dos cantos opostos da entrada e tapei meus ouvidos, mas aquela cacofonia não parava e ficava cada vez mais alta. Isso provavelmente só durou alguns minutos, mas cada segundo era uma eternidade insuportável.

Em seguida, uma voz ecoou na escuridão, era um lamento selvagem cheio de medo e dor. Os arranhões pararam, e pela primeira vez, podia distinguir o som de uma menina gemendo baixinho, o lamento doloroso de alguém sem um pingo de esperança.

Eu dor no momento, e era profunda,nesse momento esqueci o medo. Todo o seu sofrimento parecia ecoar no meu coração. Inexplicavelmente, eu comecei a pedir desculpas em voz alta por tudo o que tinha acontecido,parte de mim queria chegar mais perto e abraçar aquela criança, mas não me atrevi a fazê-lo por medo de realmente encontrar um corpo ali.

Eu não sei se aquele fantasma me ouviu ou apenas notou a minha presença, ela voltou a soluçar de novo e eu podia ouvir o som dos dedos arranhando a porta do sepulcro. Adormeci em algum momento, e aceitei o meu destino. Não tenho certeza quanto tempo fiquei inconsciente, mas fui acordado pelo barulho alto da porta caindo no chão do lado de fora. Deduzi pela luz cinza que vinha de fora que o amanhecer estava próximo, então eu deveria ter dormido por pelo menos umas três de horas.

Eu me arrastei para fora e fui para um pequeno templo que estava com a porta aberta. Debrucei-me na porta e esperei até que meus amigos chegaram,nervosos e assustados. Aproximei-me deles, e eles pararam em volta da porta olhando com surpresa

Havia manchas de sangue em todo o interior da porta, com alguns pedaços de unhas.Primeiro, eles olharam para mim, então verifiquei minhas mãos, e então um olhou para o outro nervosamente. Eu estava irritado com eles, e disse-lhes tudo o que havia se passado naquela noite.

Finalmente, depois que eu, relutantemente entrei no carro um deles olhou pra mim e disse: "Nós estávamos com medo de lhe dizer, mas olhe para o seu rosto."

Mais tarde fiquei sabendo que muitas vezes as pessoas tentaram selar a entrada do mausoléu, com cadeados e pesadas correntes que só seria aberta com equipamentos mecânicos; mas desistiram,a porta sempre estava aberta no dia seguinte. Isso foi na década de oitenta,era como se alguém impedisse que as portas fossem trancadas, e serei agradecido aquela garotinha fantasma pelo resto de meus dias, mas até hoje quando penso no desespero daquela noite,meus ossos congelam .

Quando fui olhar no espelho retrovisor, vi que havia sangue no meu rosto, assim como tinha manchas na porta do mausoléu. Ele tinha linhas vermelhas em ambos os lados da face, como se alguém tivesse colocado os dedos em meu rosto naquela noite, sentindo o calor de alguém pela primeira vez em mais de cem anos.

Não é de hoje que há um mistério inexplicável em nosso mundo, em quase todos os casos sempre aparece alguém com uma explicação lógica para o ocorrido sempre desviando o foco de fatos que a ciência não pode explicar. Mas o que fazer quando o caso não tem explicação lógica? É isso que ocorreu na morte de 9 alpinistas na passagem Dyatlov.


Tudo teve inicio em Fevereiro de 1959 onde 9 alpinistas partiram numa expedição rumo a Ortoten, que na língua local; o Mansi, significa “Não vá até lá”. O motivo do nome é que muitos anos atrás 9 homens Mansis foram encontrados mortos, assim muitas lendas sobre o local foram sendo contadas pelos povos Mansi.

A equipe era experiente e eles de certa forma tinham noção de como era a área. A expedição se desenrolou durante 4 dias normalmente, até que uma forte nevasca os obrigou a acamparem em Kholat Syakhl, que em Mansi significa “Montanha dos Mortos”. Após 10 dias sem noticia dos aventureiros equipes de resgate foram mandadas ao local, eles conseguiram encontrar o acampamento, porém ele estava vazio, só oque restava era a barraca destruída. Porém algo assustou os investigadores que constataram que a barraca foi cortada de dentro para fora, e os alpinistas fugiram apenas com a roupa do corpo. Mas o que será que os fizeram fugir tão desesperados que não levaram nada e nem tiveram tempo de abrir a barraca, mas saíram a rasgando?

Era assustador o fato de não haver vestígios de nada que possa ter os atacado, e após seguir os rastros e encontrar os corpos tudo ficou ainda mais estranho. Os 9 estavam mortos e a forma das mortes eram inexplicáveis. Alguns corpos estava queimados, tinham sido expostos a radiação, um deles teve a língua arrancada, aqueles que não foram queimados estavam com a pela alaranjada e uma das vítimas teve sua língua arrancada. Além de que 3 deles tinham ferimentos parecidos como de atropelamento, com as costelas quebradas devido a um forte impacto seus órgãos foram perfurados. E se já não bastasse tudo isso eles tinham envelhecido prematuramente, seus cabelos estavam brancos sendo que o mais velho entre eles tinham cerca de 37 anos.



Com tantos fatos sem explicação alguma a causa da morte foi constada como hipotermia, mas o investigador chefe se recusou a assinar o documento e foi afastado do caso. Por fim os corpos foram enterrados em caixões de zinco para que ninguém visse o estado dos cadáveres. Porém informações vazaram e muita gente soube da verdade, assim anos depois em depoimentos membros da equipe de resgate relataram terem visto esferas alaranjadas pairando o céu naquela semana.

Em meados dos anos 90 o caso foi aberto ao público, porém muita coisa ficou sem sentido dando a impressão de que partes dos documentos foram retirados antes de serem publicados. Muita especulação rolou sobre isso, a maior delas de que o governo mandou tirar para que não soubessem a verdade.

Para pesquisadores a ligação da morte dos alpinistas com as luzes no céu é clara. Só não é explicação para o motivo do ataque, já que há relatos de abdução e até experiências em humanos que dizem ter passado por isso, mas algo do tipo que foi como um assassinato não faz sentido. Os Mansi tem noção dos supostos OVNI’s daquele local, e por diversas vezes foi relatado estranhas luzes brilhantes pela área. Segundo o pesquisador ele acredita que essa área por Ortoten pode ser uma espécie de portal, sua teoria é que os aliens vem de outra dimensão e esse local é um porta de entrada.


Essa é uma ótima teoria, mas o que dizer sobre um caso fora do comum que nem os pesquisadores sabem explicar o que a ciência não explica? Será que o governo realmente omitiu algo? Eu não duvido, há um caso que ocorreu no Brasil bem parecido com este e que também segue sem explicação. 



Pelo que entendi, uns caras foram fazer uma expedição estilo Caça Fantasmas nesse local, um hospício abandonado e contaram fatos curiosos postando fotos do local. Não encontrei muita coisa, então só traduzi o que achei no site deles. 

O teto da capela do local 

Corredor no porão

Ninguém sabe quem escreveu Bloody Mary no espelho, mas tem uma sombra esquisita embaixo do D e do Y. 

Você pode estar louco, mas quer seu cabelo bem feito. Então, essa coisa servia pra deixar os enfermos mais bonitos! 

O cara que tirou a foto quase foi atacado por esse pombo voando pela janela. Segundo ele, o prédio está enfestado deles.

É a recepção da enfermaria, onde há duas por andar. O relógio está travado no horário que, possivelmente, foi cortada a luz, pois basicamente todos os relógios da instituição marcam o mesmo horário. Outros dizem que o 4:20 foi marcado por idiotas. Essa foto foi tirada durante o dia e os corredores são bem escuros assim. 

Essa, possivelmente, foi uma das últimas fotos tiradas do local ainda de pé, o que é uma pena, pois o local era divertido. No porão havia muitas cadeiras de rodas, novas e antigas. Também havia muitas caixas com pertences de pessoas já velhas. Havia, inclusive, um cinema! O projetor ainda estava lá! Nos perdemos diversas vezes. Sentimos muito por pessoas que não poderam conhecer, o local abriu na década de 40 ou 50 e fechou em Abril de 1996. Foi demolido em Agosto de 2002. 

Um corretor extremamente longo. Esses corredores pareciam infinitos!

Finalmente chegamos a cama com sangue. A história conta que em 2000, um grupo de crianças estavam explorando a instituição tarde da noite. Eles entraram num quarto no 6º andar para dar uma olhada e um mendigo saltou de trás da porta e esfaqueou dois deles. Um morreu no corredor e um morreu nesta cama. Se você andasse até o 6º andar, você iria encontrar as manchas de sangue pelo local.

Aqui estão as machas de sangue. Algumas pessoas dizem ser fake, porque as machas estão no centro no azulejo, mas a explicação seria que os azulejos estão tortos (côncavos), mantendo o sangue todo no centro.

A porta que dá pra saída. Alguém sabe o que significa esse símbolo?


Conhecida como "a ilha do não retorno", a enigmática Poveglia fica na superfície da água verde situada entre Veneza e cidade Libo na lagoa de Veneza, no norte da Itália. Dividido por um estreito canal, Poveglia aparece como uma ilha revestida por uma aura de silêncio, morte e proibição, já que não é permitido se aventurar em suas terras, onde milhares de pessoas foram queimadas há séculos atrás. Seus restos mortais, como se recusasse à serem enterrados no esquecimento, ainda tendem a chegar às costas de Veneza, lugar em que o lembrete fúnebre que há entre as árvores silenciosas e edifícios da ilha isolada, ainda deixa transparecer muitas vozes de almas que ainda não descansaram, muitas delas, devoradas pela angústia dos séculos.


Poveglia - A ilha amaldiçoada

A ilha vista de cima

Voltando no tempo, vemos que a história Poveglia começa no tempo dos romanos, quando a ilha foi usada como aterro para quem sofresse de peste bubônica, ainda que teve o seu apogeu no século XIV, antes mesmo de outras doenças como a "praga de Antonino " e " Peste de Cipriano ", ambas com graves consequências para a Itália.

Mas o pior veio antes do Renascimento, quando, no século XIV, a Peste Negra apareceu, levando à morte cerca de 34 milhões de vítimas e Veneza se tornara um inferno na Terra, já que seu esgoto a céu aberto, umidade ambiente e outros elementos desencadeados em parte pela intensidade da sua vida comercial, teriam tornado o local, praticamente impossível de escapar à uma epidemia. Os cadáveres empilhados tornaram-se parte da paisagem cotidiana macabra de Veneza. Nessa situação, as autoridades e os clérigos concordaram em usar Poveglia como necrotério.


Ossos na ilha

Convertido em ânfora da morte, dia após dia Poveglia era o destino de milhares de cadáveres fedorentos, empilhados como lixo, devorado pelo fogo que ardia, levantando altas nuvens de fumaça que enchiam o ar de um cheiro perturbador de carne queimada. Embora o pior ainda estivesse por vir, desde aquele momento, foi decretado que as pessoas afetadas pela praga - ainda vivas - seriam levados para a ilha. Assim, em poucos anos, mais de 160 mil pessoas, incluindo homens, mulheres, crianças e idosos, terminaram seus dias nesta ilha sinistra.

Segundo algumas informações, um crematório colossal foi erguido em Poveglia no século XIV. Uma grande camada do solo é praticamente feita de restos humanos, de modo que até mesmo os restos desses ossos continuam a chegar à costa. Devido a isso, a ilha foi transformada em uma espécie de "área podre" por causa da mistura entre a umidade do solo, com cinzas humanas, que criou uma camada de material pegajoso que, apesar do seu carácter repulsivo é ideal para o cultivo de videiras.

Como mencionado antes, entrar Poveglia é proibido, exceto para os proprietários das vinhas, pois nem mesmo os pescadores, que teme pescar ossos humanos, se aproximam da ilha.

POVEGLIA, LUGAR DE LOUCOS E DE FANTASMAS


O hospital psiquiátrico

Tempos depois de Poveglia ser totalmente abandonada, foi construído, em 1922, um grande hospital psiquiátrico com um grande sino que ainda pode ser visto a partir da costa de Veneza, mesmo naquelas noites em que a ilha se encontra envolto em uma névoa fantasmagórica.

Ora, todos sabemos que para algumas pessoas com doenças como a esquizofrenia, as alucinações são confundidas com a realidade, mas mesmo assim, há crenças de que, muitas vezes, os "loucos" conseguem perceber espíritos reais. Por isso, os pacientes psiquiátricos eram a principal fonte de relatos de fantasmas, que, de acordo com os internos, pertenciam às vítimas da Peste Negra e foram imersas em um profundo estado de tormento. Mas, como aqueles depoimentos de visões de fantasmas eram testemunhos de "loucos", os relatos foram desacreditados.

UM MALVADO MÉDICO CASTIGADO POR ESPÍRITOS


Vista do hospital de fora da ilha

A parte mais negra da história de Poveglia foi quando o diretor do hospital psiquiátrico começou a usar os doentes mentais como cobaias em experiências para novos métodos de cura, incluindo processos como a lobotomia e trepanação, em que foram empregandos cinzéis, martelos e às vezes furadeiras de mão, em meio a intensa agonia das vítimas, gerando a abertura da abóbada craniana, com um resultado que não estava nem perto de uma cura, mas sim da morte ou agravamento da doença, ambos com um rastro de sofrimento, sangue e detritos que cobriam as operações de limpeza do local, como prova irrefutável do quão cruel pode ser o Ciência em mãos erradas.


Diz-se que muitos foram os pacientes que morreram nos experimentos, ou foram literalmente
Ala abandonada do hospital

torturado com pretextos científicos. Mas as atrocidades do médico não ficariam impunes, uma vez que, após vários anos de experiência com os doentes, o médico começou a ver espíritos daqueles que morreram por suas experiências e os espíritos que foram abandonados na ilha naqueles dias em que a praga assolou a Itália. Prisioneiro do terror diário incutido por suas visões, o médico - de acordo com uma enfermeira que testemunhou o evento - acabou pulando do alto da torre do sino. Quando ele caiu, diz-se que, enquanto se contorcia de dor em uma poça de seu próprio sangue, o terror se apoderou de seu rosto quando, de repente, do chão, surgiu uma névoa que o envolvia e o "estrangulou até a morte ".

Esse foi o fim do médico do mal e, desde então, seu espírito foi condenado a engrossar as fileiras de almas que penam no silencioso Poveglia. Mas não é um fantasma qualquer: ele vive na torre do sino e, conta-se, por vezes o faz soar. Muitos ouvem a sua campainha rouca, sabendo que não é mais provável que um vivo faça "os sinos dobrarem".

APÓS A MORTE DO MÉDICO

Depois que o médico que realizava experiências com os doentes internados cometeu suicídio pulando da torre do sino, o hospital psiquiátrico foi fechado e a ilha ficou ainda mais abandonada, até que, depois que o governo italiano o vendeu, o novo proprietário tentou em 1960, viver ali com sua família, coisa essa que não conseguiu porque os fantasmas constantemente perturbavam a sua paz.

Após o incidente de 60, a reputação da ilha se tornou mais enegrecida ainda, quando uma família rica comprou a propriedade na ilha e mandou construir uma casa lá. Supostamente passariam longas férias na casa em Poveglia, mas a verdade é que não aguentaram sequer um dia na ilha, e que - de acordo com o proprietário em questão - o que experimentaram na casa foi tão assustador que se compara ao famoso caso de Amityville. O antigo proprietário se recusa a dar detalhes do que aconteceu, mas conta que uma de suas filhas foi atacada com tanta veracidade que sofreu um grande e profundo corte no rosto, o que lhe rendeu uma sutura de 14 pontos.

Pesquisadores paranormais visitam a ilha

Depois do que aconteceu com aquela família, vários médiuns visitaram a ilha em busca de sinais de atividade paranormal, relatando o tempo todo que havia uma atmosfera densa, pesada e opressiva, e que tinham a sensação de que alguém estava respirando em seu pescoço. Às vezes viam sombras em forma humana, cruzando seu caminho e - esta é a pior - eles podiam ouvir os gritos e gemidos, das almas perdidas, como ecos em um quarto escuro. Os terríveis acontecimentos do passado foram carimbados no plano astral, e estão fadados a se repetirem por toda a eternidade neste lugar amaldiçoado.

São inúmeras as histórias, não só dos doentes mentais que residiram o local, mas de muitos aventureiros que provaram em primeira mão, a ruptura entre o aqui e o além que existe em Poveglia. Tal foi o caso paradigmático de um grupo que foi para o hospital e lá, entre as paredes danificadas pela passagem do tempo, eles ouviram uma voz clara, porém oriunda de lugar nenhum, em um tom revoltado e forte, que deu a seguinte ordem: "Saiam imediatamente daqui e não voltem nunca mais!".


O que você precisa: um prédio com 10 andares ou mais com um elevador.
1. Entre no elevador sozinho (o elevador deve estar vazio também).

2. Quando entrar no elevador, siga a ordem: 4ª andar > 2º andar > 10º andar (se alguém entrar no elevador em algum desses andares, o ritual será desfeito).

3. Quando você chegar ao 10ª, pressione o botão do 5º andar sem sair.

4. Quando você chegar no 5º andar, uma mulher jovem vai entrar e irá acompanhá-lo no elevador. (Não fale com ela)

5. Depois que a mulher entrar, pressione o botão 1 º andar.

6. Depois de pressionar o botão do 1 º andar, o elevador vai levá-lo até o 10 º andar, em vez de levá-lo

para o chão. (Você poderá apertar os botões dos outros andares, assim você não completará o ritual, mas também essa será a sua última chance de desistir do mesmo)

Há apenas uma maneira de verificar se você foi bem sucedido no ritual ou não;

O mundo que você chegou deve ter apenas uma pessoa – ou seja, você.

Eu não sei o que acontece depois que você chega lá.

Mas posso dizer uma coisa, a mulher que entra no elevador no 5 º andar não é humana.


10 - Ohio University, EUA



Wilson Hall, uma menina famosa por ser uma “suposta bruxa”, se matou logo após escrever coisas satânicas e sobrenaturais na parede do seu quarto no campus com seu próprio sangue. Os cinco cemitérios que formam um pentagrama que circunda o campus, com o edifício administrativo no centro completando o símbolo conhecido como “sinal do diabo”. Nas catacumbas de Jefferson Hall, cemitério vizinho, ocorreram inúmeros avistamentos de fantasmas. E, finalmente, para completar, um asilo para pessoas insanas, que era conhecido por tratamentos não convencionais e de choques elétricos, encontrado dentro do sinal, teve casos de pacientes desaparecidos. Um deles foi encontrado cinco semanas mais tarde, morto e com corpo estava em decomposição, deixando uma mancha que delineava o corpo no chão. Essa mancha pode ainda ser vista até hoje. A universidade de Ohio, epicentro dos fenômenos que a circunda, é alvo de diversas história sobre aparições de criaturas estranhas, que segundo boatos, não parecem ser desse mundo.

09 - A ponte que grita, Ohio




A estrada Maud Hughes está localizada em Liberty Township, Ohio. Ela tem sido o local de muitos acidentes terríveis e suicídios. A estrada de ferro está a 7,62 metros abaixo da ponte, e pelo menos 36 pessoas foram relatadas mortas na ou ao redor da Ponte da estrada Maud Hughes. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma. 

08 - Estrada de Balete, Filipinas


Quezon, Filipinas. É conhecida por aparições de uma mulher de branco e por casas assombradas que foram construídas durante a Era Espanhola (anos de 1800). New Manila possui uma abundância de árvores baletes, que, de acordo com a lenda, é o local favorito para espíritos errantes e outros seres paranormais. Especialistas no paranormal acreditam que a mulher de branco foi estuprada por soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Testemunhas da mulher de branco, advertem os motoristas para evitar a rua durante a noite, especialmente se estiverem sozinhos. Se é necessário viajar por essa rota, eles avisam para que deixe o banco de trás totalmente ocupado, e que ninguém olhe para trás ou nos espelhos. A aparição veste um vestido de noite, tem cabelo comprido e não tem face.

07 - Mansão Akasaka, Tóquio


Muitos convidados relataram ter visto espectros em pé ao lado de suas camas, névoa branca entrando pelas saídas de ar e mudanças bruscas de temperatura em seus quartos. Alguns relataram a sensação de alguém acariciando suas cabeças enquanto dormiam, e uma pessoa afirmou que foi arrastada de sua cama para o outro lado da sala. Marcas de arranhões nas costas no dia seguinte, corroboraram a sua história. Se você está cansado de passar as férias em locais entediantes, está aí uma indicação.

06 - Casa de Sigmund Adam, Rosenheim, Bavária



Mais conhecido como o caso do Poltergeist de Rosenheim, essa infestação de atividades bizarras é uma das mais conhecidas da Alemanha. Em 1967, estranhos fenômenos começaram a ocorrer no escritório do advogado Sigmund Adam. Telefones tocavam mas não havia ninguém do outro lado da linha, fotocopiadoras cuspiam suas tintas, gavetas se abriam sem serem tocadas. Um jornal alemão instalou equipamentos para monitorar os telefones e em 3 meses eles gravaram mais de 600 chamadas para o número que informa a hora certa – a despeito do fato de todos os telefones estarem desplugados. Em um único período de 15 minutos, 46 chamadas foram gravadas – um número que parecia impossível levando-se em conta o mecanismo de discagem da época. Em outubro de 1967, todas as lâmpadas do prédio se apagaram com um enorme estrondo. Depois de instalarem câmeras e gravadores de voz, os investigadores puderam descobrir que os eventos somente aconteciam quando a jovem de 19 anos Annemarie Schneider (uma secretária recém-empregada) estava presente. Foi alegado que um lustre se desviava violentamente se a senhorita Schneider andasse por baixo dele, e as luzes piscavam sempre que ela entrava no escritório. Quando Schneider saiu de férias os eventos pararam. Quando retornou, a atividade poltergeist retornou. Schneider foi demitida e os problemas nunca mais voltaram a acontecer. Na figura acima Schneider está embaixo das luzes que foram vistas se desviando. 

05 - Hiroshima e Nagasaki


Não é nenhuma surpresa que estes dois locais da tragédia terrível, gerem lendas sobre almas infelizes. Durante os ataques das bombas nucleares milhares de pessoas morreram, no final da II Guerra Mundial. Lendas locais dizem que as vozes fantasmagóricas são ouvidas no crepúsculo chorando e gritando por socorro. Os anciões dos vilarejos próximos, dizem que o local se tornou amaldiçoado. 

04 - Pluckley, Inglaterra


Pluckley é uma pequena vila em Kent, Inglaterra, que se acredita ser a vila mais assombrada da Inglaterra. Em adição aos 12 (alguns dizem 13 ou 14) fantasmas de Pluckey, a vila também é famosa pelo programa de televisão “The Darling Buds of May” que foi filmado lá. Dos fantasmas que você pode ver ali, o mais espetacular é o ladrão de estradas e a carruagem e cavalos avistados perto da prefeitura, o fantasma de uma cigana queimada até a morte durante o sono, dois corpos enforcados, um monge fantasma, três damas de classe alta, e talvez o mais assustador de todos, os Bosques que Gritam. Os Bosques que Gritam é uma área fora da cidade assombrada pelos fantasmas de várias pessoas que se perderam por lá. Os seus gritos podem ser ouvidos vindos de dentro da floresta à noite. Há também histórias de criaturas retorcidas e monstruosas que hora ou outra são avistadas andando pelos telhados das casas (essa cidade fica assustadora a cada ano que passa…e a cada documentário que é feito). Sem contar, os desaparecimentos inexplicados. Local excelente para constituir familia, hehehe.

03 - Penitenciária Estadual da Filadélfia


Criada em 1829, com imponentes paredes de castelo e torres de vigia, a Penitenciária Estadual Oriental (Eastern State), na Filadélfia, foi a primeira prisão a ter uma solitária. Presos ficavam sozinhos, comiam sozinhos e até os exercícios eram feitos individualmente. Eastern State foi acusada de ter causado doença mental entre os seus prisioneiros. Ela funcionou como uma prisão de 1913 até ao seu fechamento em 1970, e abrigou criminosos famosos, como Al Capone. Desde quando foi desativada, a penitenciária passou a receber visitação pública e se transformou em um museu. Desde então, tem se ouvido histórias sobre sons vindos das celas, barulhos estranhos e solitários lamentos de frio nos escuros corredores. A cela número 12 é famosa por uma risada assombrosa e a torre de guardas acumula relatos de aparições de uma figura sombria que vigia a prisão durante as noites.

02 - O Túnel Screaming, Warner Road



Uma lenda local conta que o túnel é assombrado pelo fantasma de uma jovem que, depois de escapar de uma fazenda próxima ao local ateia fogo no seu corpo, morrendo dentro dos muros do túnel. Diversas variantes da lenda existem no local, tem uma versão da menina incendiada por seu pai furioso depois que ele perde a guarda de seus filhos após um divórcio desagradável. Outra fala de uma jovem ter sido estuprada dentro do túnel e seu corpo queimado para evitar que qualquer evidência fosse encontrada. Todas as variantes envolvem uma alegação de que um fósforo riscado, uma menina queimada dentro do túnel e o som da jovem morrendo aos gritos que perpetuam até hoje, fato que renomeou o túnel. 

01 - Mary King’s Close em Edimburgo


Herança dos métodos médicos de séculos passados, a claustrofóbica Mary King’s Close foi onde as vítimas da peste eram deixadas para morrer. Reformada e reaberta em 2003, com direito ao fantasma de uma garotinha (Annie), virou point dos fãs do paranormal.


E ai, qual desses lugares você gostaria de visitar ou passar a noite???