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A taiga siberiana é uma vasta região do Norte da Rússia e do Cazaquistão que conta com uma floresta inexplorada e misteriosa com mais de 100 mil km² de área. Algumas regiões, como a de Yakutia, no oeste, são completamente desabitadas. Não há trilhas ou lugares para passear, apenas pântanos, árvores enraizadas umas nas outras e mosquitos.

É nesse lugar que um mistério da natureza alimenta as lendas do Vale da Morte. Segundo os registros de expedições do século passado e de aventureiros que se dispõem a explorar o local, a taiga conta com estruturas metálicas que brotam do solo congelado pelas temperaturas de 40 graus abaixo de zero.

Essa estruturas inexplicavelmente estão "afundando" na terra. No lugar onde essas se encontravam, agora aparecem uma espécie de lodo avermelhado. Quem por ventura entrar eu um lodo como esse pode perceber que o solo abaixo de seus pés possuem uma característica metálica.

Por alguma razão, esses lugares são perigosos para animais e seres vivos. Basta ficar um pouco próximo a uma dessas manchas vermelhas para que você sinta tonturas e desmaie. Há relatos de sequelas de uma doença desconhecida e letal.

UFOs e demônios

Para os anciãos da tribo dos Yukatians, a explicação é que todo o ambiente seria a morada de demônios antigos, conhecidos como Niurgun Bootur e Tong Duurai. Ufólogos russos defendem outra tese, a de que os caldeirões nada mais são do que OVNIs destruídos em uma antiga batalha aérea.

A ainda os que acreditam que esses caldeirões seriam a parte superior de uma arma anti-aérea, cuja estrutura se esconde embaixo do solo. As armas seriam responsáveis por proteger o planeta terra de meteoros e outros corpos espaciais, como alienígenas hostis. Essas armas teriam sido "plantadas" no solo por uma raça alienígena, que de alguma forma, protege a raça humana. Os ufólogos que acreditam nessa teoria dizem que os caldeirões estão afundando, para se camuflarem, e em sinal de perigo, eles emergirão para defender o planeta.

Atualmente, o nível de radiação no local vem crescendo e a vida selvagem está deixando a floresta, como se prenunciasse que algo grandioso está para acontecer. Enquanto não se descobre a verdadeira origem dos caldeirões – acredite, não há muitas expedições para lá e as poucas que foram não ganharam muito crédito por parte da comunidade científica –, o mistério permanece.

Tudo o que se sabe por enquanto é que o Vale da Morte é provavelmente um tesouro geológico, com montanhas magnéticas e minérios de titânio em abundância. Trata-se de um mistério ainda não explorado e que, devido às suas condições adversas, não encontra financiadores para expedições mais complexas.



Suposta estrutura dos caldeirões

Ilustração realizada na primeira expedição ao local


Pesquisadores Russos, no final dos anos 40, deixaram cinco pessoas acordadas por quinze dias, usando um gás experimental como estimulamte. Eles foram mantidos em um ambiente selado, e monitorando o oxigênio deles, para que o gás não os matasse, já que possuía altos níveis de toxina concentrada. Para observá-los, havia um circuito interno de câmeras com microfones de cinco polegadas (N/T: aprox. 12 cm) e janelas menores que janelas de vigia dentro do ambiente. A câmara estava cheia de livros e berços para dormir, mas sem lençóis, água corrente e banheiro; também havia comida seca para todos os cinco que duraria um mês.

As cobaias do teste eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial.

Tudo estava bem nos primeiros 5 dias, as cobaias dificilmente reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertados se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, e o tom geral da conversa tomou um tom sombrio a partir do 4º dia.

Depois de cinco dias, as cobaias começaram a reclamar das circunstâncias e eventos que os trouxeram à atual situação e começaram a demonstrar paranóia severa. Elas pararam de falar um com os outros e de começaram a sussurar alternadamente nos microfones e a bater nas vigias. Estranhamente eles pensavam que poderiam conseguir a confiança dos cientistas ao se tornarem seus colegas, e tentavam conquistá-los. No começo, os pesquisadores suspeitaram que se tratava de algum efeito do gás...

Depois de nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por 3 horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas só conseguia produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisícamente romper suas cordas vocais. O mais surpreendente disse comportamento foi como os outros reagiram a isso... ou não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que o segundo prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos logo pararam.

Mais 3 dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que 5 pessoas não poderiam estar produzindo som algum. O consumo de oxigênio indicava que as 5 pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no oxigênio, indicando um nível que 5 pessoas teriam consumido após exercícios pesados. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida, e os cientistas acreditavam que estavam mortos ou vegetando.

Eles disseram: “Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.”

Para a surpresa de todos, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair.”

Discussões começaram a surgir entre os pesquisadores e as forças militares que criaram a pesquisa. Não conseguindo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do 15º dia.

O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o que tinha dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.

As rações a partir do dia 5 não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 4 polegadas (N/T: 10cm) de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue.
Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas à mão, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame mais delicado na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.

Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias havia sido removido. Enquanto o coração, pulmões e diafrágma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido removidos, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.

A maioria dos soldados ali presentes eram das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltassem, pelo menos elas dormiriam.

Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua gargante cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter seus testículos arrancados e uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Outros cinco soldados perderam suas vidas, se você contar os que se mataram semanas depois do incidente.

Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e ele começou a perder muito sangue quase que imediatamente. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de dez vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando as costelas e o braço de um médico. Houve um ponto em que seu coração bateu fortemente por dois minutos, após ele ter sangrado tanto ao ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar e a lutar por 3 minutos, gritando a palavra “MAIS” sem parar até ficar fraco e finalmente calar-se.

O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório, os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gas para serem mantidos acordados...

O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que ali havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune ao sedativo que estavam dando a ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Ele conseguiu rasgar mais de 4 polegadas (N/T: 10cm) de couro das amarras de um dos pulsos, mesmo com um soldado de 90kg segurando o mesmo pulso. Levou mais do que o necessário de anastésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia quebrado 9 ossos na luta para não ser sedado. A maioria eram pela força que seus próprios músculos haviam exercido.

O segundo sobrevivente era o que primeiro que começara a gritar entre os cinco. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar e implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as 6 horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobrí-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistia à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.

Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”

Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes tiam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto aquele gás.

Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”

Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, enquando esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos “benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas não tiveram escolha.

Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG (N/T: Eletroencefalograma, que mede as ondas cerebrais), e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e continuosamente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo.

A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.

A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.

Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!” ele gritou para o homem amarrado “O QUE É VOCÊ?” ele ordenou “Eu preciso saber!”

“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”

O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.

O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão...perto...livre...”

Fonte: Medo B


Luzes estranhas observadas resplandescentes em meio ao céu negro em Hessdalen tem assustando pessoas através das décadas. As luzes podem ser avistadas em meio ao deserto por qualquer transeunte e tal fenômeno paranormal permance alvo de discussão da comunidade cientifica. As estranhas luzes fosforecentes que cortam os céus foram observadas pela primeira vez em 1981. Este fenômeno ocorre periodicamente no pequeno vale nas proximidades de Hessdalen, Noruega, e tem deixado os residentes do local extremamente interessados ​motivo pelo qual que eles pediram a intervenção do governo norueguez. Infelizmente, nenhum funcionário dentro do governo demonstrou interesse nas aparições das luzes estranhas negando-se a encaminharem-se até a localidadade, motivo pelo qual vários pesquisadores foram levados a organizar o seu próprio estudo científico dos fenômenos, que eles chamaram de Projeto Hessdalen. O surpreendente é que em um mês, durante as pesquisas, em 1984, investigadores avistaram as luzes fantasmagóricas nada menos do que 53 vezes, motivo pelo qual teriam sido atestadas como um fenômeno real. té os dias de hoje as luzes ainda estão sendo observadas no Vale do Hessdalen, embora com menor frequência. Segundo uma estação de medição automática, criada exclusivamente com vista para o vale em agosto de 1998, ainda consegue gravar cerca de 20 avistamentos por ano. Até hoje não há explicação para o fenômeno.

Esse é mais um dos mistérios, aguardando uma solução. Lá fora, no misterioso vele de Hessdalen,


Ainda surgem estranhas luzes brilhantes e resplandescentes. As explicações para o mistério são inúmeras, mas a comunidade cientifica não possui nenhuma resposta concreta. Trata-se de mais uma das aparições sobrenaturais que intrigam pesquisadores e moradores de um pequeno vale isolado na Noruega.


Exemplo de cabeça encolhida

O povo Jivaro (que vive na área entre o norte do Peru e o Equador) dominava a técnica do encolhimento de cabeças, chamadas de "tsantsas". Esse costume era relativamente comum entre eles na América Pré-colombiana; cortavam a cabeça do inimigo e a preparavam em um ritual para ficar do tamanho de uma laranja. 

O processo de encolhimento varia bastante conforme a fonte. O mais fácil de tentar em casa, digo, de entender, envolve uma incisão na área da nuca, feita para tirar a pele e o cabelo, bem como fazemos ao retirar a pele de uma coxinha de frango durante o almoço. Algumas cabeças tinham os olhos e a boca "costurados" ou colados, e decorados de formas diversas, com sementes e óleos e etc. A gordura era então removida do interior da cabeça, que após isso era recheada com uma pequena esfera de madeira para manter o formato.

A cabeça era então tratada e fervida com carvão em brasa e areia, e moldada para permanecer com feições humanas. Esfregavam cinzas para "dar liga" e seguiam com banquetes e rituais durante os dias do preparo. 

Outro exemplo real

Enquanto as cabeças encolhiam, a demanda aumentava. As cabeças se tornaram um souvenir valioso para os primeiros colonizadores europeus, e um comércio rentável se formava, sendo feitas trocas por armas e especiarias. No início do século passado, embora com menos intensidade, esse comércio ainda existia. De fato, o termo "headhunter" usado em empresas atualmente vem dessa situação específica, onde se criou uma necessidade de obter cabeças humanas para vender. Antes disso, os índios não eram considerados caçadores de cabeças, pois embora elas fossem um tipo de troféu, só eram obtidas após batalhas e rituais religiosos. Só precisaram começar a caçá-las quando havia quem as pedisse...

Com o tempo, começaram a surgir cabeças piratas. Na Colômbia, se confeccionava tsantsas com crânios de bichos-preguiça ou macacos, e essa variação ainda é usada hoje para alegrar gringos. Se estima que a grande maioria das tsntsas expostas ao redor do mundo sejam fraudes (ou versões genéricas). Só que pelo menos UMA teve uma amostra de DNA coletada, em 2011, e foi comprovada sua autenticidade. Está exposta no Museu Terra de Israel, em Tel Aviv. De acordo com o estudo da dra. Gila Kahila Bar-Gal, a amostra é de pele humana, de um homem de origem afro-equatoriana.

"- Mas onde posso encontrar cabeças encolhidas hoje em dia??"

Me pego pensando nisso diariamente, e admito que não existem muitos locais aqui no Brasil, pelo menos não achei nada. Já vi em uma feira itinerante em Porto Alegre, há uns 15 anos, mas com quase toda certeza devia ser uma réplica. Sei que no museu arqueológico Ciro Flamarion Cardoso, em Ponta Grossa - PR existe uma réplica em uma exposição sensacional, e a original se encontra em uma coleção particular. Tem exemplares no Museu do Índio, em Tupã/SP, e também no museu Nacional da UFRJ...


Snuff movies são filmes que mostram mortes ou assassinatos reais de uma ou mais pessoas, sem a ajuda de efeitos especiais, para o propósito de distribuição e entretenimento ou exploração financeira. Embora existam muitos filmes que de fato mostram mortes reais, a existência de uma indústria financeira em torno deste tipo de filme geralmente é vista como uma lenda urbana ou uma lenda da Deep Web.


No anos de 1975 o FBI investigou uma suposta rede de distribuição e de exibição de Snuff. Na época se falava de vídeos onde imigrantes mexicanos eram abusados e assassinados, porém as autoridades nunca conseguiram provar nada. Alguns investigadores chegaram a dar entrevistas a jornais falando do assunto, citanto inclusive que a máfia estava por trás dessa indústria da morte.

Os filmes seriam vendidos a valores exorbitantes, a um seleto grupo de pessoas. Dizia-se também que esses filmes eram exibidos em cinemas especializados no assunto. Para ter acesso a esse tipo de material não bastava ter apenas dinheiro, mas você teria que ser recomendado e mesmo assim sua vida seria totalmente investigada, antes de receber o convite para entrar nesse grupo de sádicos.

Em 1986, em Albuquerque (EUA), um comerciante chamado John Zinn contratou três homens para raptar uma mulher e fazer um snuff. Os assassinos acabaram presos, mas haviam desistido de filmar a morte da estudante Linda Daniels por causa da repercussão do sequestro. Até então esse tinha sido o mais próximo que a policia chegou de um snuff movie.

Existem muitos casos de assassinos que filmaram seus atos, podemos citar Charles Ng e Leonard Lake gravaram, de 1983 até 1985, torturas cometidas contra algumas mulheres, que mais tarde morreram. Em meados dos anos 90, o assassino em série Paul Bernardo e Karla Homolka, ambos gravaram separadamente algumas de suas vítimas de estupro. As cenas dos assassinatos foram vistas apenas pelas autoridades policiais e corpo de jurados. Esse dois casos citados acima não configuram um Snuff movie, uma vez que os filmes foram feitos sem a intenção do executor em vender o vídeo.

Internet dá nova força a lenda

Com a crescente utilização da rede de computadores, cresceram também as oportunidades de negócio, e os grupos que antigamente comercializavam esse tipo de película, migraram para o mundo virtual também, segundo a maioria das pessoas que creem na existência de vídeo snuff.

Atualmente muito se comenta sobre o assunto, tanto na surface, como em fóruns da Deep Web. Segundo esses relatos, existem grupos escondidos nas camadas mais sombrias da Deep Web, responsáveis pela confecção de vídeos com essa temática. Os filmes apresentariam diferentes tipos de classificação, por exemplo, poderiam ser um filme contendo "apenas" o assassinato da vítima, ou poderia ser mais elaborado, contendo torturas, cenas de sexo, estupro, pedofilia...etc, tudo seguido da morte da vitima. Haveriam ainda grupos que produziriam filmes de acordo ao interesse do cliente, esse poderia escolher os elementos que fariam parte do filme e até as características da vitima, claro que isso agregaria um considerável valor extra na "produção".

O que sabemos de concreto sobre esse tais vídeos

Em 1997 Ernst Dieter Korzen e Stefan Michael Mahn gravaram as suas sessões de torturas contra duas prostitutas. A segunda vítima escapou e os dois foram sentenciados a prisão perpétua. Os executores alegaram que foram contratados por uma empresa que revendia os vídeos para a internet. Porém a policia alemã nunca conseguiu chegar até os contratantes.


Em julho de 2007, um vídeo surgiu na deep web e logo em seguida na surface, nele um homem de 48 anos foi assassinado com diversos golpes de martelo na cabeça, mais tarde foram identificados os assassinos; Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck, mais conhecidos como Maníacos de Dnepropetrovsk. O vídeo, que ficou conhecido como 3 Guys and 1 hammer, tem cerca de 7 minutos, mostrava Sergei Yatzenko levando repetidas marteladas na cabeça, e posteriormente perfurado com uma chave de fenda. Ao todo a dupla acima teria matado 21 pessoas, sendo que a maioria das vítimas eram mulheres e crianças. Alexander Hanzha, um terceiro cúmplice, foi acusado de dois assaltos a mão armada que ocorreram antes dos assassinatos. A acusação não estabeleceu um motivo específico por trás dos assassinatos. A imprensa local informou que os assassinos tinham um plano para ficarem ricos a partir dos vídeos de assassinatos que eles gravavam. Uma das namoradas dos suspeitos informou que eles estavam planejando fazer vídeos de quarenta assassinatos. Esse fato foi confirmado por um antigo colega dos suspeitos, pois muitas vezes, ele ouviu o Suprunyuck entrar em contato com um desconhecido "operador de um site rico estrangeiro" que ordenou quarenta vídeos de mortes e pagaria uma grande quantidade de dinheiro caso fossem feitas. Mas algumas autoridades do caso acreditam que eles estavam fazendo isso como um hobby, para ter uma coleção de memórias quando ficassem velhos e que para esses jovens, o assassinato era como entretenimento ou caça.


Na deep web circula ainda uma história sobre um suposto filme pornográfico italiano, onde as mulheres são escalpeladas e desmembradas ainda vivas.

Se o mito dos Snuff Movies é de fato verdadeiro, acredito que a deep web se tornou o habitat perfeito para esses seres (não humanos) que realizam esse tipo de filmes.

O que você precisa: um prédio com 10 andares ou mais com um elevador.
1. Entre no elevador sozinho (o elevador deve estar vazio também).

2. Quando entrar no elevador, siga a ordem: 4ª andar > 2º andar > 10º andar (se alguém entrar no elevador em algum desses andares, o ritual será desfeito).

3. Quando você chegar ao 10ª, pressione o botão do 5º andar sem sair.

4. Quando você chegar no 5º andar, uma mulher jovem vai entrar e irá acompanhá-lo no elevador. (Não fale com ela)

5. Depois que a mulher entrar, pressione o botão 1 º andar.

6. Depois de pressionar o botão do 1 º andar, o elevador vai levá-lo até o 10 º andar, em vez de levá-lo

para o chão. (Você poderá apertar os botões dos outros andares, assim você não completará o ritual, mas também essa será a sua última chance de desistir do mesmo)

Há apenas uma maneira de verificar se você foi bem sucedido no ritual ou não;

O mundo que você chegou deve ter apenas uma pessoa – ou seja, você.

Eu não sei o que acontece depois que você chega lá.

Mas posso dizer uma coisa, a mulher que entra no elevador no 5 º andar não é humana.


As Linhas de Nazca ou Nasca são um conjunto de geoglifos antigos localizada no deserto de Nazca, no sul do Peru. Eles foram designados como um Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1994. O alto planalto árido se estende por mais de 80 km entre as cidades de Nazca e Palpa nos Pampas de Jumana, cerca de 400 km ao sul de Lima. Embora alguns geoglifos locais lembrem a cultura de Paracas, estudiosos acreditam que as Linhas de Nazca foram criados pela civilização de Nazca entre 400 e 650 d.C. As centenas de figuras individuais variam em complexidade a partir de simples linhas até beija-flores estilizados, aranhas, macacos, peixes, tubarões ou orcas, lhamas e lagartos.

As linhas são desenhos rasos feitos no chão, removendo as pedras avermelhadas onipresentes na região e descobrindo o chão esbranquiçadas por baixo. Centenas são simples linhas ou formas geométricas, com mais de setenta desenhos de animais, aves, peixes ou figuras humanas. Os maiores têm mais de 200 metros de diâmetro. Os estudiosos divergem na interpretação dos efeitos dos projetos, mas eles geralmente atribuem um significado religioso para eles.

Os desenhos geométricos poderiam indicar o fluxo de água ou estarem ligados a rituais para convocar água. As aranhas, pássaros e plantas poderiam ser símbolos de fertilidade. Outras explicações possíveis incluem: sistemas de irrigação ou gigantes calendários astronômicos.

Devido ao clima seco, sem vento e estável do planalto e ao seu isolamento, a maior parte das linhas foram preservados. Extremamente raras em mudanças climáticas podem alterar temporariamente os projetos em geral.

OUTRAS TEORIAS

Dezenas de hipóteses já foram formuladas para tentar desvendar os mistérios dessas linhas. Contudo, até hoje não existe uma só teoria que seja conclusiva. Vejamos abaixo 6 delas:


Sinais e pistas de aterrissagem para extraterrestres: O suíço Erich Von Däniken, em seus dois livros, “Eram os Deuses Astronautas?”, de 1968 e “O Retorno dos Deuses”, de 1998, aborda esta teoria que motivou o crescimento do turismo na região e também de diversas especulações de que qualquer imagem mostrando um homem voador seria interpretada como um “deus astronauta”. Defendia ainda, que estes alienígenas visitaram Nazca em tempos imemoriais e que as pistas resultariam dos gases produzidos pelas turbinas das naves; 

Calendário astronômico e agrícola: Segundo o pesquisador Paul Kosok e a pesquisadora Dra. Maria Reiche, que dedicou sua vida inteira na resolução do enigma, concluiu que as figuras geométricas formariam um gigantesco calendário astronômico. As linhas constituem os solstícios, as posições e mudanças das estrelas. Sua teoria foi corroborada pelo astrônomo peruano Luis Mazzoti. Ela associou os signos do zodíaco a doze figuras conforme abaixo:


- Signo de Sagitário (24/11 a 21/12): Colibri; 
- Signo de Capricórnio (22/12 a 20/01): Fragata; 
- Signo de Aquário (21/01 a 19/02): Raiz; 
- Signo de Peixes (20/02 a 20/03): Peixes; 
- Signo de Áries (21/03 a 20/04): Cachorro; 
- Signo de Touro (21/04 a 21/05): Mãos; 
- Signo de Gêmeos (22/05 a 21/06): Árvore; 
- Signo de Câncer (22/06 a 21/07): Lagarto; 
- Signo de Leão (22/07 a 23/08): Iguana; 
- Signo de Virgem (24/08 a 23/09): Aranha; 
- Signo de Libra (24/09 a 23/10): Condor; 
- Signo de Escorpião (24/10 a 23/11): Macaco. 

Estradas dos antigos Nazcas: Os astrônomos e antropólogos norte-americanos, Anthony Aveni, Gary Urton e Persis Clarkson dizem que as linhas retas mais longas seriam caminhos que conduzem aos lugares sagrados. Entretanto, até hoje não foram encontradas ruínas no final das linhas que corroborassem esta hipótese. 
Mensagem para os extraterrestres: Ufólogos especulam dizendo que tais símbolos seriam uma forma de mensagem para os “deuses extraterrestres”; 
Influência da astronomia Maia: O autor Gilbert de Jong encontrou similaridade entre as ruínas de Izapa, no Iucatã e os pictogramas de Nazca, o que poderia indicar esta influência. 
A Teoria do Dilúvio: O autor australiano Robert Bast, afirma que todas as formas animais representadas no deserto de Nazca seriam em memória aos animais desaparecidos no Dilúvio.


Depois que as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área em 1930 e viram as Linhas de Nazca, os antropólogos começaram a estudá-las. Uma das principais questões que deixaram os estudiosos mais intrigados foi a maneira como essas linhas foram construídas.

Os estudiosos teorizam que o povo de Nazca poderia ter usado ferramentas simples e equipamento de levantamento para a construção das linhas. Estudos descobriram estacas de madeira no chão no final de algumas linhas, que apoiavam esta teoria. Uma dessas estacas foram datadas por radiocarbono para o estabelecimento da idade dos desenhos. O pesquisador Joe Nickell, da Universidade de Kentucky tem reproduzido as figuras usando ferramentas e tecnologias disponíveis para o povo de Nazca. A National Geographic chamou sua obra "notável em sua exatidão", quando comparados com as linhas reais. Com um planejamento cuidadoso e tecnologias simples, uma pequena equipe de pessoas poderiam recriar mesmo os maiores desenhos em poucos dias, sem qualquer assistência aérea. A maioria das linhas formam uma trincheira de aproximadamente seis centímetros de profundidade.

As linhas foram feitas através da remoção do de óxido de ferro marrom-avermelhado revestido por pedras que cobrem a superfície do deserto de Nazca. Quando o cascalho é retirado, a terra de cor clara embaixo aparece, em linhas de cores fortemente contrastantes com a superfície. O povo de Nazca "desenhou" várias centenas de animais simples, mas enormes, e figuras humanas com esta técnica. No total, o projeto de terraplenagem é enorme e complexo: a área que abrange as linhas é de cerca de 500 quilômetros quadrados e os maiores desenhos podem abranger cerca de 270 metros. O clima extremamente seco, sem vento, e constante da região de Nazca preservou as linhas. O deserto de Nazca é um dos mais secos da Terra e mantém uma temperatura em torno de 25 °C durante todo o ano. A falta de vento ajudou a manter as linhas descobertas e visíveis até os dias atuais.



Os arqueólogos, etnólogos e antropólogos têm estudado a antiga e complexa civilização de Nazca para tentar determinar o efeito das linhas e figuras. Uma teoria é que o povo Nazca criou tais figuras para que pudessem ser vistos por seus deuses no céu. Os pesquisadores Kosok e Reiche propõem um objectivo relacionado com a astronomia e cosmologia: as linhas tinham a intenção de atuar como uma espécie de observatório, para apontar para os lugares no horizonte onde o sol e outros corpos celestes nascem ou se põem. Muitas culturas pré-históricas indígenas nas Américas e em outros lugares construíram monumentos em terra para observação astronômica combinada com a sua cosmologia religiosa, assim como a cultura Mississippiana, no atual Estados Unidos. Outro exemplo é o de Stonehenge, na Inglaterra. Mas, Gerald Hawkins e Anthony Aveni, especialistas em arqueoastronomia, concluiram em 1990 que não havia provas suficientes para sustentar tal explicação astronômica.

Em 1985, o arqueólogo Johan Reinhard publicou dados arqueológicos, etnográficos e históricos que demonstram que o culto às montanhas e outras fontes de água predominaram na religião e na economia de Nazca, dos mais antigos aos tempos mais recentes. Ele teorizou que as linhas e as figuras eram parte das práticas religiosas que envolvem o culto à divindades associadas com a disponibilidade de água.

Para saber um pouco mais...

Autoimolação é o Sacrifício voluntário.

A imolação é umas das principais maneiras de suicídio, pelas tradições e costumes dos tempos abraamicos, é uma das formas de suicídio mais curiosas e mais impactantes de todos os tempos, essa tradição budista dá uma ênfase maior aos protestos, raramente usados mas sempre impactantes e mediáticos.


pois bem, em junho dois jovens tibetenos , um de 23 outro de 24 anos , da organização free tibet atearam fogo no proprio corpo na china , um morreu no local e outro foi em estado grave pro hospital 
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no começo do ano teve esse outro:
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Trinta tibetanos atearam fogo a si mesmos, a maioria no sudoeste da China, no último ano em protesto contra o regime da China no Tibete
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Um tibetano ateou fogo ao próprio corpo em Nova Délhi nesta segunda-feira, em um protesto contra a visita do presidente chinês, Hu Jintao, que chegará à Índia no final da semana para uma cúpula.


Fotos tiradas por um fotógrafo da Reuters mostram o manifestante envolvido em chamas, antes de ser levado ao hospital com queimaduras no tronco. Não ficou claro quão grave eram os seus ferimentos.


Trinta tibetanos atearam fogo a si mesmos, a maioria no sudoeste da China, no último ano em protesto contra o regime da China no Tibete, de acordo com grupos tibetanos de direitos humanos. Pelo menos vinte deles morreram.














a mais famosa , sem duvidas é a do monge vietnamita Thích Quảng Ðứcque durante uma manifestação na cidade de Saigon, Vietnã do Sul, contra a política religiosa do governo de Ngo Dinh Diem, ateou fogo em seu próprio corpo em 11 de Junho de 1963.

As ações de Thích Quảng Ðức aumentaram a pressão internacional sobre o regime de Diem e fez com que o líder anunciasse reformas para acalmar os Budistas. No entanto, as mudanças prometidas foram implementadas muito lentamente ou nem foram implementadas, resultando numa deterioração na disputa. Com a continuação dos protestos, as Forças Especiais leais ao irmão de Diem, Ngô Ðình Nhu, iniciaram ataques aos pagodes Budistas em toda nação, tomando o 'coração sagrado', causando mortes e danos generalizados. Diversos monges Budistas seguiram o exemplo de Thích Quảng Ðức e se auto-imolaram. Eventualmente, um golpe militar derrubou e matou Diem.



enquanto pegava fogo Thích Quảng Ðứcque permaneceu imovel e em silencio ...






Dr. Mikao Ussui era um estudioso de manuscritos antigos que na busca por entender as histórias de curas milagrosas que lhe contavam decidiu subir o Monte Kuriyama e passou 21 dias meditando em jejum. No último dia, Dr. Ussui obteve uma resposta através de uma luz divina e após descer o monte ele passou pela periferia e lá curou muitas pessoas.

Ele dividiu os ensinamentos do Reiki em entapas e antes de morrer passou todos eles para a Sra. Takata que mais tarde se tornou a mestra da técnica Reiki. Ela por sua vez abriu uma clínica de Reiki no Hawai onde formou 22 mestres.

A Sra. Takata costumava dizer que a verdadeira compreensão do que é Reiki vem através de sua prática. Para ela qualquer tentativa de definição, sem o vínculo da prática, leva à conclusões limitantes do seu poder e alcance.

Em suas aulas ela costumava usar a palavra "reiki" de dois modos diferentes. Algumas vezes ela se referia à energia, outras vezes à forma pela qual a energia é passada para as pessoas.
Em seu aspecto energético, Reiki é Energia Vital Universal. A palavra "reiki" é representada, no idioma japonês, por um ideograma composto de duas palavras: Rei e Ki.

A palavra Rei quer dizer Energia Universa e a palavra Ki é a Energia Vital, que anima todas as coisas vivas.
A Energia Reiki é o encontro dessas duas forças (Rei + Ki). Ao nos abastecermos da Energia Reiki estamos harmonizando e fortalecendo nosso poder natural de nos auto curarmos, entendendo-se por cura, não um processo de eliminação de doenças, mas um estado de equilíbrio, que afasta e previne as doenças, tornando-nos seres mais saudáveis e integrados.
Podemos dizer que é Reiki uma arte, de origem japonesa, muito simples e poderosa, que pode ser aprendida por qualquer pessoa, sem que para isso ela tenha dons especiais, desde que na presença de um mestre.

Princípios Espirituais do Reiki:

Apenas hoje, sem raiva.
Apenas hoje, sem preocupação.
Apenas hoje, seja grato.
Apenas hoje, faça suas obrigações.
Apenas hoje, seja gentil com o ser-humano.



Trecho de um Jornal local 1983:

As Autoridades locais encontraram uma gravação de vídeo na casa de um homem desaparecido hoje. Eles foram chamados no final da noite, quando os vizinhos ouviram gritos e objetos sendo jogados. Quando a polícia chegou eles estranhanharam com o que parecia ser um som como um tiro, mas quando chegou ao apartamento do homem, não havia ninguém lá. O homem está em seu final dos anos 20 e tem uma tatuagem de anjo em seu pescoço. 

"Ei Jim, você assiste a fita ainda?" "Não, senhor, eu vou ter direito sobre isso." Ele empurrou a fita e não havia estranhos sons zumbindo. Eu quase pensei que não daria certo, mas ai a tela azul ficou preta de uma hora para outra.

É sobre? Oh, Meu nome é Stills Henry. Eu encontrei rrecentemente que as pessoas normais dizem ser, o canal de neve.Eu gravei como prova de que espíritos tentam fazer contato com a gente através deles. Tenho ajudado muitas pessoas a superar sua dor de perder um ente querido, permitindo-lhes comunicar com eles. Mas também tenho notado, há alguns espíritos que tentam entrar em nosso mundo com este "portal" Foi-me dito para deixar o que eu estou fazendo, porque um "deles" acabará por encontrar-me.Eu não tenho nenhuma idéia do que isso significa, mas por agora vou continuar. 

A fita cortada para uma parada para que os homens começaram a sair, até que ouviram um grito vindo da tv 


Essa foi a última coisa que ouvi antes de uma figura sem rosto veio através da tv. Ele só tinha uma boca grande que parecia como se coberta de sangue. Nos seus dentes, um pedaço de pele, com uma tatuagem de anjo sobre ele. Ninguém como foi capaz de encontrar qualquer vestígio dos policiais que assistiram a fita naquela noite.



Antes do mundo ter seus conceitos de ética, cientistas usavam e abusavam do seus poderes para fazer experiências com humanos vivos, que iam além de qualquer senso de humanidade. Haviam testes desde o transplante até a reanimação de cadáveres. Uma dessas bizarrices cientificas foi a privação de sono.

Pesquisadores Russos, no final dos anos 40. A pesquisa foi feita com cinco homens que eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial. Esses foram mantidos acordados por quinze dias, usando um gás experimental como estimulantes. Foram mantidos em um ambiente selado, e monitorando o oxigênio deles, para que o gás não os matasse, já que possuía altos níveis de toxina concentrada. Para observá-los, havia um circuito interno de câmeras com microfones e janelas pequenas para que a experiência fosse vigiada a"olhos nus". O "quarto" estava cheia de livros e berços para dormir, mas sem lençóis, água corrente ou banheiro; também havia comida seca para todos os cinco, que estava destinada à duraria um mês.

Tudo estava tranquilo nos primeiros 5 dias. As cobaias pouco reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertados se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram todas monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, e o tom geral da conversa tomou um tom um tanto sombrio a partir do quarto dia.



Depois do quinto dia, as cobaias começaram a reclamar das circunstâncias e eventos que os trouxeram à atual situação e começaram a demonstrar paranoia severa. Elas pararam de falar um com os outros e de começaram a sussurrar alternadamente nos microfones e a bater nas janelas. Estranhamente eles pensavam que poderiam conseguir a confiança dos cientistas ao se tornarem"seus colegas", e tentavam conquistá-los. Os pesquisadores, no entanto, suspeitaram que se tratava de algum efeito do gás.

Depois de nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por quase três horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas só conseguia produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisicamente romper e destruir suas cordas vocais. O mais surpreendente desse comportamento foi como os outros reagiram a isso, aliás, não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que o segundo prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos, logo após das janelas serem totalmente privadas de visão, pararam.

Mais 3 dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que cinco pessoas não estivessem produzindo som algum. O consumo de oxigênio indicava que as cinco pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no oxigênio, indicando como se fosse um nível que as cinco pessoas teriam consumido após exercícios pesados. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida, e os cientistas acreditavam que estavam mortos ou então vegetando.

Eles disseram: “Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.” Para a surpresa de todos que seguiam com o experimento, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair." Discussões começaram a surgir entre os pesquisadores e as forças militares que criaram a pesquisa. Não conseguindo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do décimo quinto dia.

O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o havia acontecido lá dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.

As rações a partir do dia 5 não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 10cm de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue e urina.

Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas com as mãos a força, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame feito posteriormente mais delicadamente, na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.

Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias havia sido removido. Enquanto o coração, pulmões e diafragma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido removidos, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.

A maioria dos soldados ali presentes eram das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltassem, pelo menos elas dormiriam.

Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua garganta cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Houve casos ainda de suicídio nos semanas que seguiram entre alguns soldados e cientistas que estavam relacionados com o incidente.

Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e então começou a perder sangue rapidamente. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de três vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando conseguindo ainda ferir um dos médicos. Houve um ponto em que seu coração bateu fortemente por dois minutos, após ele ter sangrado tanto ao ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar a palavra “MAIS” sem parar, até ficar fraco e finalmente calar-se.
O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório. Os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gás para serem mantidos acordados.

O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que ali havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune à qualquer sedativo que estavam dando para ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Levou mais do que o necessário de gás anestésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia quebrado 9 ossos na luta para não ser sedado. A maioria eram pela força que seus próprios músculos haviam exercido.

O segundo sobrevivente era o que primeiro que começara a gritar entre os cinco. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar ou implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as 6 horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobri-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistia à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”

Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes se debatiam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto aquele gás.

Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”

Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, em quanto esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos“benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas no final não tiveram escolha.

Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG (Eletroencefalograma, que mede as ondas cerebrais), e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e constantemente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo. A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes por um curto período de tempo. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.

A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.
Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!”ele gritou para o homem amarrado “O QUE É VOCÊ?” ele ordenou “Eu preciso saber!”

“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”

O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.

O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão...perto...livre..."